quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Os gorilas estão caindo

A Humanidade experimentou uma grande evolução no século 20, que, agora, se transformou numa revolução mundial, que se chama Web, ou www - World Wide Web, rede de alcance mundial, em português. Trata-se de um sistema de hipermídia interligadas, administradas pela internet, esta, um conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados e que permitem o acesso a informações, todo tipo de transferência de dados, comunicação instantânea e compartilhamento de arquivos.

Já no século 21, a Web chegou às ditaduras totalitárias e a países de sistema político religioso, que vivem na Idade Média. O resultado é que os gorilas estão caindo. A bola da vez é Muamar Kadafi, um ladrão capaz de matar a mãe dele a giletada por dinheiro, e que sodomiza o povo líbio a uma eternidade. Essa revolução francesa no mundo árabe tem efeito dominó, e não vai ficar somente entre árabes. Nessas alturas, a nomenclatura chinesa está em alerta máximo contra a Web.

Antigamente, povo como os gregos, os romanos e os portugueses escravizavam outros povos para mover economicamente seus países. Hoje, os ditadores, e seu estafe, escravizam seu próprio povo, como na China, que só se tornou a segunda maior economia do mundo porque tem mais de um bilhão de escravos. A China, apresentada ao mundo como economia “comunista de mercado”, é um regime tão sanguinário quanto foi o de Hitler e é o da Coreia do Norte, onde o povo foi literalmente escravizado para manter a casta de Kim Jong-il.

Na América do Sul, temos um gorila famoso: Fidel Castro. Há alguma tempo, li um ensaio impressionante sobre Cuba, baseado em informações de uma ONG espanhola que acode famílias cubanas. Estão colocando suas jovens na prostituição para não morrerem de fome. Isso é o fundo do poço. Há também o bandido bolivariano Hugo Chávez. Não dou muito tempo para os venezuelanos não aguentarem mais comer capim e lincharem o gorila falastrão.

No Brasil, Zé Sarney deu início a um rapapé no Senado, com aquela história requentada de reforma política. Só haverá reforma política neste imenso Portugal quando os brasileiros virarem egípcios.

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