terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Revolução

O virtual ex-ditador do Egito, coronel Hosni Mubarak, cairá em questões de dias, talvez de horas. Poderá ser esfaqueado pelo seu guarda-costas. Ditadores, quando caem, são como insetos velhos, podem ser esmagados por uma criança. São perigosíssimos, porque só gozam estuprando, torturando e matando em escala, mas na essência não passam de ladrões de galinha. Quando perdem a liderança, se transformam em titica.

O caso de Mubarak deixou pilantras como Hugo Chávez com a barba de molho. É um bom momento para blogueiros democratas de todo o planeta se associarem numa avalanche de e-mails pedindo ao povo venezuelano para pôr Hugo Chávez na cadeia, enquanto espera seu julgamento pelos bilhões de dólares que já roubou do país. Falar em Chávez, não há como esquecer Fidel Castro, que, embora morto, dizimado pela decrepitude e o câncer, ainda é perigosíssimo. Quanto ao sistema da Ilha, o esclerosado comunismo, está desabando sobre si mesmo. Os cubanos deverão amarrar a múmia de Fidel e seu irmão Raul Castro e jogá-los numa piscina cheia de dejetos, para fazerem companhia ao esqueleto de Che Guevara.

A 7.010 anos de História, no pós-modernismo, não há mais lugar para ditadores. Bandidos como Josef Stalin, Mao Tse-tung, Adolfo Hitler, que assassinaram dezenas de milhões de seres humanos, já são apenas monstros de cera que povoam o museu da História. Líderes espiritualistas como Jesus Cristo, Shiddarta Gautama Buda e Masaharo Taniguchi mostraram à Humanidade - incluindo o mundo espiritual - que a Terra é apenas um planeta, ou seja, um porto do mundo fenomênico. Como disse William Shakespeare: há mais coisas entre o céu e a Terra do que pode supor nossa vã filosofia.

O caso egípcio mostra também que acabou a Pax Americana. Aliás, ela acabou na invasão americana do Iraque. Os Estados Unidos perderam novamente a guerra. Destroçaram o Iraque, antiga Mesopotâmia/Babilônia, para garantir petróleo, mas estão deixando o Iraque fugidos. Um país não pode mais ocupar outro como faziam os antigos romanos, e os espanhóis, portugueses e ingleses. É por essa razão que os Estados Unidos jamais ocuparão com armas a Amazônia. Os soldados americanos seriam comidos pelos índios do Exército brasileiro, piuns e outros insetos e microrganismos letais. Contudo, esse é outro caso, pois os americanos já ocuparam a Amazônia há muito tempo, como também europeus e japoneses, por uma razão simples: o Estado brasileiro está se lixando para a Amazônia, desde que os portugueses puseram os pés no Pindorama. Voltando ao assunto deste artigo, Israel também está com a barba de molho.

O Egito dá lições ainda ao Brasil, infestado de candidato a ditador, patrimonialista (do tipo que emprega no serviço público até os cachorros da família), coronéis de barranco, escravocratas e malandros diversos. Só pensam em calar a imprensa, passar a mão no dinheiro público, bacanais e todo tipo de depravação. Essa gentalha deve prestar atenção.

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