terça-feira, 12 de abril de 2011

Ajude um escritor a sobreviver

Compre o livro Trópico Úmido – Três contos amazônicos (edição do autor, Brasília, 2000, 116 páginas, capa é do artista plástico André Cerino). Para adquiri-lo, peça para: ray.cunha@uol.com.br

Custa R$ 40, incluindo o envio por correspondência registrada via Correios. Para o exterior, custa R$ 40. O depósito bancário deve ser feito no ato do pedido, para:

Raimundo Pereira Cunha
Banco Itaú
Agência: 0654
Conta: 60819-9

Trópico Úmido reúne três contos que têm como pano de fundo quatro cidades da Amazônia: Belém, capital do Pará; Macapá, capital do Amapá; Manaus, capital do Amazonas; e Rio Branco, capital do Acre.

Inferno Verde, o primeiro conto, começou a ser escrito em Valparaíso de Goiás, na zona metropolitana de Brasília, em 4 de maio de 1998, e foi dado por terminado em 20 de junho de 1999, em Taguatinga, cidade-satélite de Brasília. Conta a história do repórter Isaías Oliveira, num duelo com o sinistro traficante Cara de Catarro. A trama se passa em Belém e depois na ilha de Marajó.

O segundo conto, Latitude Zero, foi concluído em Belém, no dia 3 de dezembro de 1996. Desenrola-se em Macapá, minha cidade natal, situada na confluência do estuário do maior rio do planeta, o Amazonas, com a Linha Imaginária do Equador. Um punhado de jovens começa a descobrir que a vida produz também ressaca.

Inferno Verde e Latitude Zero têm sua geografia na mornidão de Belém, no mundo das águas do Marajó, a maior ilha flúvio-marítima do mundo, e na esturricada Macapá, do outro lado do estuário do rio Amazonas, tremeluzindo na Linha do Equador. Belém e Macapá são as duas principais cidades da Amazônia Oriental, ou Amazônia Atlântica.

O terceiro conto, A Grande Farra, foi publicado em livro homônimo, em 1992. Começou a ser escrito em Manaus, em 1975, e foi concluído em Belém, dez anos depois. Narra as peripécias do jovem Reinaldo, jornalista e playboy. Candidato a escritor, ele gasta seu tempo trabalhando como repórter, bebendo e se envolvendo com inúmeras mulheres. O conto tem sua geografia em Manaus, encravada no meio da selva amazônica. A ação é transferida, depois, para Rio Branco, no extremo oeste brasileiro.

Por meio deste livro, espero proporcionar aos leitores – os que já me conhecem de outros trabalhos de ficção e os que ainda não me conhecem – uma viagem ao âmago da Amazônia que vive na alma do caboclo, o nativo da floresta e das cidades da floresta.

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