sábado, 7 de maio de 2011

Para ti, Mamãe

Marina, 1985, acrílica espatulada
sobre tela, de Olivar Cunha

Minha mãe, Marina Pereira Silva Cunha, está no mundo espiritual. É em tua homenagem, minha querida, que publico este poema, do meu livro Sob o céu nas nuvens, de 1980. Esta poesia revela bem o adulto que fizeste de mim, Luz da minha vida. Que Deus a abençoai, que Deus a iluminai, que a senhora seja cada vez mais feliz e ascenda cada vez mais alto na escala infinita do mundo espiritual. Muito obrigado! Muito obrigado!

Necessidade

Se me deixas gritar
Terei os pulmões satisfeitos.
Se me deixas correr, livre, pelos campos
Serei eternamente grato.
Se me permites conversar em voz alta
Os assuntos que me agradam
Serei filho forte e não terei medo.
Se não te importas eu escrever verdades
Então pronto, serei esplêndido.

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