quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Herança maldita de Lula começa a fazer efeito. No Amapá, povo está fumado

A herança maldita que o ex-presidente Lula deixou para sua invenção, a “presidenta” Dilma Rousseff (a quadrilha instalada na Esplanada dos Ministérios, a infraestrutura do país sucateada, rombo no caixa e o “apoio” do Partido dos Trabalhados do Movimento Democrático Brasileiro – PTMDB), já começou a fazer efeito. O PMDB está jogando pesado contra a “presidenta”, como Dilma gosta de ser chamada. Quer derrubá-la para que o vice, Michel Temer, assuma. Assim é que as revistas semanais e os jornalões estão recebendo denúncias bem documentadas da quadrilha de colarinho branco que vêm saqueando o erário, com desespero hienídeo.

Depois da queda dos capos (que não são capo de tutti i capi) Antonio Palocci e Alfredo Nascimento, a Polícia Federal deflagrou a operação Voucher e algemou, dia 9, 35 suspeitos de agir no Ministério do Turismo, incluindo o secretário executivo, Frederico Silva da Costa, acusados de desviar dinheiro de convênio de R$ 4,4 milhões, firmado pelo ministério com o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi), assinado em 2009, com recursos da União, repassados ao Ministério do Turismo via emenda da deputada federal Fátima Pelaes (PMDB/AP). A turma, em Macapá, deitou e rolou.
O presidente do Senado, o maranhense Zé Sarney (PMDB/AP), correu para se isentar de responsabilidade pela sua indicação do ministro Pedro Novais, do Turismo: “Tem reputação ilibada”, e disse que não conhece Frederico Costa, indicado por Novais. Zé Sarney adotou uma postura severa: "Onde tiver irregularidade, o governo deve agir com energia para que realmente ele possa cumprir com a missão de que a administração pública tenha um nível de honestidade ao que necessita e deseja o povo e a própria administração".
Quanto ao Amapá, está mais lascado do que nunca: refém da família Capiberibe e de Zé Sarney, eleito senador vitalício pelos amapaenses, mas que só sai de Brasília para ir ao Maranhão; ou a São Paulo, para auscultar seu coração. No Amapá, o povo está fumado, como se diz lá: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

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