sábado, 17 de setembro de 2011

Israel tem dois caminhos: ou reconhece o estado palestino e se recolhe ao seu território, ou mata todos os palestinos

Judeus estão matando árabe adoidado, com apoio dos Estados Unidos. Será que pensam que são superiores porque Jesus Cristo nasceu em Israel? O psicopata mais sanguinário da História, o austríaco Adolf Hitler, achava que quem tem pele branca (do tipo que dá para ver o contraste das veias), olhos claros ou é loiro é superior às demais etnias (o que é de uma ignorância colossal), e comandou o massacre de cerca de 6 milhões de judeus. O caso de judeus massacrando palestinos é semelhante: Hitler queria que os alemães dominassem a Europa; Israel, que é um posto avançado dos Estados Unidos, funciona como uma espécie de barreira para frear o que George W. Bush denominou de Eixo do Mal. É a doutrina do jacaré. Os olhinhos de Bush parecem de jacaré. Assim, Israel é semelhante a Zé Sarney, ungido por Lula um maranhense acima do bem e do mal, que pode fazer o que quiser, como atos secretos no Senado da República (será da República, mesmo?).

Israel, ou Palestina, é uma noz encravada na margem oriental do mar Mediterrâneo, cercada pelo Líbano, Síria, Jordânia e Egito, com cerca de 7,5 milhões de habitantes, 5,62 milhões dos quais, judeus. Depois da Primeira Guerra Mundial, o Reino Unido tomou conta da Palestina, até depois da Segunda Grande Guerra, quando, em 1947, as Nações Unidas recomendaram a divisão da Palestina em um estado judeu e um árabe. Os líderes judeus pegaram na hora, mas os árabes, não. Israel declarou independência em 14 de maio de 1948 e os estados árabes vizinhos atacaram o país no dia seguinte. A guerra continua até hoje.
Hoje, há um fato novo. Os árabes aceitam Israel, mas querem criar o estado palestino. Israel não quer, e de vez em quando despeja fogo sobre os palestinos. Sabe-se que esse negócio não dá certo. Veja-se o caso do Vietnã. Os Estados Unidos despejaram milhares de toneladas de fogo sobre os vietnamitas, mas tiveram que fugir do país com fogo no traseiro. De 11 de setembro de 2001 até 2 de maio deste ano, a caça ao terrorista Osama bin Laden custou cerca de 160 mil mortos e 1,2 trilhão de dólares. George W. Bush não invadiu o Iraque por petróleo, mas pela doutrina do jacaré, assim como invadiu o Afeganistão. Jacaré não pensa em petróleo. Aliás, jacaré não pensa. Da mesma forma, Israel pensa que poderá massacrar palestinos o tempo todo. Ainda não sentiu o efeito Iraque. Imaginando que podia transformar os iraquianos em americanos de segunda categoria, Bush acabou se sujando no atoleiro de Saddam Hussein.
Segundo a Wikipédia, a área correspondente à Palestina até 1948 foi dividida em três partes: o estado de Israel, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, as duas últimas ocupada por Israel, que de vez em quando despeja fogo nelas, assando crianças, mulheres e velhos. O estado palestino foi proclamado no dia 15 de novembro de 1988, em Argel, pelo Conselho Nacional Palestiniano, organismo legislativo da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), e administrado, desde 1994, pela Autoridade Nacional Palestiniana, reconhecido como estado soberano por 109 países. Os judeus não dão a mínima para isso, mas a Autoridade Palestina busca a admissão do estado palestino como membro pleno da Organização das Nações Unidas (ONU). Para ser membro pleno da ONU é preciso a aprovação do Conselho de Segurança e de dois terços dos votos dos 193 países da Assembleia-Geral. Barack Obama já avisou que vetará a aspiração dos árabes.
Não há outra saída senão Israel reconhecer a soberania do estado palestino e se recolher ao pedaço de terra que já conseguiu no Mediterrâneo, a menos que pretenda fazer como Hitler: matar todo um povo.

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