sábado, 19 de janeiro de 2013

Corrupção está levando o Brasil pro caralho

BRASÍLIA, 19 de janeiro de 2013 – Estepaiz, em todas as esferas, está afundando na lama. São crimes graves e impunes. Zé Sarney colocou o Senado da República na clandestinidade, com os atos secretos, e continua soltinho na árvore (camaleões vivem em árvores). O Mensalão, maior esquema de corrução estourado no Brasil República, ainda não foi passado a limpo; só o será quando os ladrões do esquema, especialmente o chefão, que ainda não foi pego, forem atirados em cadeia de segurança máxima. O Congresso Nacional se transformou em valhacouto de toda espécie de criminosos e, o país, de assassinos internacionais abrigados aqui pelo Partido dos Trabalhadores, que dá guarida também aos narcotraficantes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia; a revolução deles baseia-se especialmente no tráfico de cocaína, da mesma forma que os bolivarianos bolivianos). Lula, e o PT, vivem aos beijos com a nata da Humanidade: Hugo Chávez, Fidel Castro e Zé Sarney; Paulo Salim Maluf é titica na frente desse trio de gigantes. Obviamente que Lula é maior do que todos eles.
 
Voltemos às coisas comezinhas do Brasil, este paraíso tropical corrompido: ministros, governadores, prefeitos, funcionários públicos graduados em geral, dos três poderes, se locupletam em fisiologismo, nepotismo, patrimonialismo, roubalheira de todos os naipes – todos os dias os jornais, escritos, falados e televisionados, mostram a sacanagem, a bandalheira, a putaria ensandecida, espojando-se, impune. Vendo que os mandachuvas estupram sem dó nem piedade, os ladrões de galinha curram e tocam fogo nas vítimas ainda vivas a troco de quase nada; sabem que não serão presos e se o forem tanto faz, pois dá quase no mesmo, logo fugirão ou serão soltos mesmo. Os hospitais brasileiros são um inferno e as rodovias parecem trilhas bombardeadas. Uma situação dessas era para envergonhar qualquer governante. Eu escrevi governante.
 
Nas ruas, deparamo-nos, em qualquer metrópole, com um país de mendigos e crianças semimortas, que os tarados nem querem mais para estuprar. Essas crianças são como pedregulhos atirados na cara; o azul abortando mênstruo; bofetadas na face de Deus.
 
Neste nosso continente brasileiro, ensolarado, belo como mulher nua, a corrupção é aplaudida com votos e bandidos que deveriam ser acorrentados no limbo desfilam em ternos cortados especialmente para eles, embora quem tenha olho clínico os enxerguem como realmente são: ratos gigantescos ajeitando a gravata. Parece que suas excelências já escolheram seus líderes, na Câmara e no Senado: o deputado Henrique Eduardo Alves (RN) e o senador Renan Calheiros (AL), dois notórios do PTMDB. Henrique Alves tem folha corrida na editoria de polícia dos jornais e Renan Calheiros, cadeira cativa.
 
Quando esse pessoal é processado na Comissão de Ética, vira pizza, como no caso Jaqueline Roriz (PMN/DF), em 2011. Ela foi filmada pegando queijo das mãos limpas do delegado de polícia civil aposentado Durval Barbosa, operador do mensalão do DEM em Brasília. Ora, não aconteceu nada com a filha do notório Joaquim Roriz. Agora, ela está mais experiente. No caso Sanguessugas, em 2006, quando 69 parlamentares foram pegos na ratoeira, com as cuecas recheadas, ninguém foi sequer suspenso.
 
Durante o histórico julgamento do Mensalão, a ministra Cármen Lúcia, também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi em cima da ferida, no seu voto: “No estado de direito, o ilícito há de ser processado, verificado e, se comprovado, punido, porque estamos vivemos um estado que foi duramente conquistado”. E: “Acho estranho e muito, muito grave, que alguém diga com toda a tranquilidade: Ora, houve caixa dois. Caixa dois é crime, caixa dois é uma agressão à sociedade brasileira. Caixa dois compromete. Mesmo que tivesse sido isso ou só isso, isso não é só, isso não é pouco. Fica parecendo que ilícito no Brasil pode ser praticado, confessado e tudo bem. Não está tudo bem. Tudo bem está um país com estado de direito em que todo mundo cumpre a lei”.
 
José Genoino (PTMDB/SP), quadrilheiro condenado no Supremo Tribunal Federal (STF), tomou posse como deputado federal. É do caralho.

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