sexta-feira, 19 de abril de 2013

Brasília como ela é

BRASÍLIA, 19 DE ABRIL DE 2012 – Estarei autografando meu livro de contos O Casulo Exposto (LGE Editora – hoje, Ler Editora –, Brasília, 153 páginas, R$ 28), dia 3 de maio, uma sexta-feira, na Galeria Olho de Águia/BarFaixa de Gaza, em Taguatinga Norte, Praça da CNF 1 (atrás dos Supermercados Tókio, na Avenida Sandu), Edifício Praia Mar (o maior, no local), Loja 12, a partir das 20 horas. A Galeria Olho de Águia é do repórter e ensaísta fotográfico Ivaldo Cavalcante (dois livros publicados e Prêmio Rei de Espanha), editor do Jornal Olho de Águia - A Voz do Fotojornalismo.
 
O Casulo Exposto pode ser encontrado na Livraria Cope Espaço Cultural, na 409 Norte, Bloco D, Loja 19/43, telefone: 3037-1017, e-mail: copelivros@ibest.com.br. Livreiros interessados poderão pedi-lo para o editor, Antonio Carlos Navarro, pelo telefone: (55-61) 3362-0008; fax: (55-61) 3233-3771; e-mails: lereditora@lereditora.com.br e acnavarro@lereditora.com.br, ou na própria Ler Editora, no SIG (Setor de Indústrias Gráficas), Quadra 4, Lote 283, prédio da Fórmula Gráfica, Primeiro Andar.

Também está à venda na Livraria Cope meu livro Trópico Úmido – Três Contos Amazônicos (edição do autor, Brasília, 2000, 116 páginas); para quem mora fora de Brasília, esse livro pode ser pedido diretamente a mim, a R$ 30, incluindo frete, pelo e-mail: raycunha@gmail.com.

O Casulo Exposto enfeixa 17 histórias curtas ambientadas no Distrito Federal. Desde 1987, trabalho como jornalista em Brasília, cobrindo amplamente a cidade-estado, o Entorno e o Congresso Nacional, o que me proporcionou conhecer bem essa geografia, inclusive a humana, a qual serviu para criar as personagens e o cenário para esses contos.
 
O casulo é uma alegoria à redoma legal que engessa o Patrimônio Cultural da Humanidade, a borboleta de Lúcio Costa, ninfa golpeada no ventre, as vísceras escorrendo como labaredas de luxúria, depravação e morte nos subterrâneos da cidade dos exilados, a fauna heterogênea que transita na esfera política e chafurda nos subterrâneos da cidade-estado, amazônidas que deixaram a Hileia para trás e tentam sobreviver na fogueira das vaidades da ilha da fantasia; jornalistas se equilibrando no fio da navalha; políticos, daquele tipo mais vagabundo, que não pensam duas vezes antes de esconder merenda escolar na mala do seu carro e dinheiro na cueca; estupradores; assassinos; bandidos de todos os calibres; tipos fracassados e duplamente fracassados, misturando-se numa zona de fronteira e penumbra.
 
NA BOCA DO JACARÉ-AÇU – A AMAZÔNIA COMO ELA É – Em maio/junho, a Ler Editora lançará meu próximo livro, Na Boca do Jacaré-Açu – A Amazônia Como Ela É, 14 histórias curtas ambientadas em Belém do Pará e na ilha de Marajó.
 
EU – Nasci em Macapá, a capital do estado do Amapá, uma cidade que dormita sob a canícula da Linha Imaginária do Equador, na Amazônia Caribenha, debruçada sobre o Amazonas, na margem esquerda e a cerca de 200 quilômetros da bocarra do maior rio do planeta, quando inocula pelo menos 200 mil metros cúbicos de água e húmus por segundo no Atlântico, tornando as costas do Amapá e do Pará as mais ricas em peixes e frutos do mar em todo o planeta. Como já foi dito, moro em Brasília.
 
Estreei na literatura em 1971, com o livro coletivo de poemas Xarda Misturada (edição dos autores, Macapá), juntamente com o poeta e contista José Edson dos Santos (Joy Edson) e José Montoril; em 1982, publiquei Sob o Céu nas Nuvens (edição do autor, Belém, poemas); em 1990, lancei A Grande Farra (edição do autor, Brasília, contos); em 1996, a Editora Cejup, de Belém, lançou o conto A Caça. Em 2000, saiu Trópico Úmido - Três Contos Amazônicos e, em 2005, a Editora Cejup lançou o romance A Casa Amarela, ambientado em Macapá, no ano do golpe militar de 1964.
 
Aguardo vocês na Galeria Olho de Águia/Bar Faixa de Gaza, dia 3 de maio.
 
Meu e-mail é: raycunha@gmail.com e meu blog: raycunha.blogspot.com.

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