sábado, 25 de maio de 2013

Cangaceiro preside estepaiz por algumas horas; é discípulo do senador vitalício Zé Sarney dos Atos Secretos, que anexou o Amapá ao Maranhão

BRASÍLIA, 25 DE MAIO DE 2013 – A República da Mediocridade bombou sexta-feira 24: com a marionete Dilma Rousseff (PT) na Etiópia; o vice-presidente, Michel Temer (PMDB/SP), no Equador; e o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN), nos Estados Unidos, o cangaceiro Renan Calheiros (PMDB/AL) despachou à tarde no Palácio do Planalto. “Nada de medidas provisórias, nada de vetos, nada de nomeação de ministros” – disse o estadista aos repórteres setorizados. O maranhense-amapaense Zé Sarney dos Atos Secretos (PMDB/AP) passou lá para dar um abraço no seu comparsa. Esse é um momento sintomático da ditadura da mediocridade, instalada nestepaiz em 1 de janeiro de 2003, pelo eterno presidente da Banânia.
 
O cangaceiro é aluno aplicado de Zé Sarney, patrimonialista eleito senador vitalício pelo curral eleitoral amapaense do Dino do Maranhão. Atualmente,  tribo que habita um sítio à margem direita do rio Amazonas, na confluência da Linha Imaginária do Equador, o Amapá é governado em comum acordo entre o bigode ralo e a família Capiberibe, que detém os postos chaves do antigo Território Federal do Amapá.
 
A terra da chuva já foi cobiçada pela França, que perdeu o Amapá pelas armas e pela diplomacia, contentando-se com sua atual colônia, a Guiana Francesa. Em 1943, os paraenses perderam aquelas terras para a União e em 1990 foi criado o estado do Amapá.
 
Se a história da Amazônia é de pilhagens, matança, estupro, escravidão, sacanagem infernal, a roubalheira no Amapá, especialmente em Macapá, a capital, foi à estratosfera. O Ministério Público e a Polícia Federal sabem disso. A BR-156, por exemplo, começou a ser construída há meio século e ainda está em construção; é um sumidouro do dinheiro que os brasileiros pagam em impostos; o Porto de Santana, o mais estratégico do país, foi municipalizado; em Macapá, à margem do maior rio do planeta, o Amazonas, falta água encanada, e as ruas da cidade parece que foram bombardeadas.
 
Égua! Só Lorde Thomas Alexander Cochrane para dar um jeito nisso!

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