quarta-feira, 26 de junho de 2013

Jorge Bessa autografa O Juízo Final e A Batalha do Armagedon, no Carpe Diem


BRASÍLIA, 26 DE JUNHO DE 2013 – O pesquisador e escritor Jorge Bessa lança nesta sexta-feira, 28, Decifrando as Profecias de Daniel – O Juízo Final; e Decifrando as Profecias de João – A Batalha do Armagedon, no Carpe Diem da 104 Sul, a partir das 18h30 (mais informações pelo telefone 3344-3738).

Em Decifrando as Profecias de Daniel – O Juízo Final (Thesaurus Editora, Brasília, 2013), Jorge Bessa analisa as previsões do profeta desde a Antiguidade até o presente momento, ressaltando que Jesus Cristo, “governador espiritual da Terra”, envia, em todos os tempos, mensageiros para mostrar que, apesar do aparente caos na Humanidade, tudo se encontra sob a supervisão e o controle do Mestre da Galileia. Jorge Bessa atravessa a História desde Nabucodonossor até os dias atuais, quando, segundo ele, se desenrola a temida Batalha do Armagedom, ou Juízo Final, ou Final dos Tempos.

Em Decifrando as Profecias de João – A Batalha do Armagedon (Thesaurus Editora, Brasília, 2013), Jorge Bessa analisa o Livro do Apocalipse, atribuído a João, o Evangelista. Para o autor, longe de ser um tratado de desgraças e catástrofes, o Livro do Apocalipse é, “acima de tudo, uma promessa do próprio Jesus, de um futuro pacífico e radiante para todos aqueles que atingissem um patamar de consciência que os habilitassem a viver em um mundo transformado, um planeta de regeneração, onde estaremos mais próximos dos demais membros da comunidade planetária, aptos a receber o apoio e o carinho daqueles que se dispõem a servir apenas por amor”.

Jorge Bessa é autor da trilogia O mistério dos senhores de Vênus (Thesaurus Editora, Brasília, 2012), composta por Os deuses que vieram do céu (147 páginas); Pluralidade dos mundos habitados e a evolução do homem (155 páginas); e Deuses, venusianos e capelinhos (174 páginas). Baseado em profunda pesquisa, o autor desenvolve a teoria de que, ao longo da história da Humanidade, “sempre estivemos amparados e sendo instruídos por elevadíssimas consciências espirituais, conhecidas como deuses, jardineiros siderais, anjos do Senhor e extraterrestres, entre outras denominações, no seio de quase todas as grandes civilizações do passado”.

Para Jorge Bessa, “os deuses do passado, hoje, estão cada vez mais presentes, pois jamais deixaram a humanidade à sua própria sorte; eles são os mesmos sábios espíritos de outrora, encarregados da execução direta da evolução planetária, que agora intervêm, de forma mais direta, para promover essa mudança, que alguns chamam de Nova Era, Fim do Mundo ou Apocalipse”.

Jorge Bessa, 60 anos, nasceu em Belém e vive em Brasília desde 1980. Graduado em Economia pela Universidade Federal do Pará, trabalhou durante muitos anos na área de inteligência do governo brasileiro, formando-se, depois, em Medicina Tradicional Chinesa, pela Escola Nacional de Acupuntura, em Brasília, e em psicanálise clínica. É autor também de Jesus, o Maior Médico que já existiu; Medicina Emocional; Acupuntura – A Medicina do Século XXI.

José Edson dos Santos autografa novo livro: Loucura Pouca é Bobagem

José Edson dos Santos, um dos mais criativos escritores do Amapá,
vive desde 1974, em Brasília, onde leciona artes cênicas

BRASÍLIA, 26 DE JUNHO DE 2013  O entorno da Rodoviária do Plano Piloto, o coração de Brasília, recende ao ácido úrico do tempo, uma espécie de sujeira que se agarra nas paredes dos subterrâneos da alma. À noite, a praça de alimentação do Conjunto Nacional vira a Praça do Pau Mole, onde nostálgicos choram o leite derramado desde que o mineirinho Juscelino Kubitschek veio comer quieto em terras goianas, atravessando os anos de chumbo da Ditadura dos Generais (1964-1985) e os anos de roubalheira dos ladrões de colarinho branco. Assim, chegamos à Brasília pós-moderna, de modo que a Praça do Pau Mole é uma espécie de cemitério candango. Hoje, o bom é o Setor Hoteleiro, onde se encontra prostitutas cinematográficas e cafés hollywoodianos.

José Edson dos Santos, Joy Edson, como gosto de chamá-lo, é o contista da Brasília subterrânea e decadente do Conic. Os contos deste Loucura Pouca é Bobagem (Thesaurus Editora, Brasília, 2013) são um mergulho num mundo angustiantemente drogado e nostálgico. Neles, as personagens vivem conforme as circunstâncias; não constroem seu destino.

Nunca acontece nada nas histórias curtas de Loucura Pouca é Bobagem, pelo menos no que eu chamo de “o agora e o agora”. As falas, os dramas pessoais, os mergulhos existenciais, tudo é congelado, da mesma forma que a Brasília Patrimônio Cultural da Humanidade. Loucura Pouca é Bobagem é como um pico de LSD. Joy Edson é o cronista desta Brasília entorpecida, antiga, e tão atual.

Estreou com Xarda Misturada (edição dos autores, Macapá, 1971, poesia), juntamente com José Montoril e Ray Cunha. Em 1978, participou da antologia organizada por Salomão Sousa, Em Canto Cerrado. Em 1980, publicou Águagonia e Latitude Zero (edição mimeografada por Paulo Tovar). Em 1995, lança Bolero em Noite Cinza (edição do autor, Brasília, poesia) e, em 2006, Ampulheta de Aedo (LGE/Ler Editora, Brasília). José Edson dos Santos nasceu em Macapá, estado do Amapá, Amazônia, e vive, desde 1974, em Brasília, onde é professor de artes cênicas. É um dos mais talentosos escritores amapaenses.

SERVIÇO

Loucura Pouca é Bobagem será autografado nesta Quinta Cultural T-Bone, dia 27, na 312 Norte, a partir das 19 horas.

Dia 2 de julho, uma terça-feira, durante a Poesia no Beijódromo – Sarau do Beijo, no Universidade de Brasília (UnB), a partir das 19 horas.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Chegou a hora de passar a limpo o Brasil?

BRASÍLIA, 20 DE JUNHO DE 2013 – O dono do Partido do Sindicato do Crime (PTralha) e presidente de fato destepaiz, Lula, e sua preposta, a presidenta (existirá a palavra “incompetenta”?), estão amoitados; não digo de barba de molho porque Lula perdeu a dele e a presidenta não a tem. Os PTralhas saqueiam extepaiz há uma década. Basta! E quem diz basta é uma multidão, que se avoluma a cada dia, nas ruas. As ratazanas PTralhas, conhecidas também como PTelhos, roubam à luz do dia, veja-se o Mensalão, operado por Zé Dirceu (por que mesmo Zé Dirceu ainda não foi preso?); ainda não pegaram o chefão.
 
O fato é que o povo brasileiro não aguenta mais levar ferro dia e noite. Um dia o estuprado se revolta e a primeira coisa em que pensa, e se conseguir o fará, é extirpar o que o rasga e afogar seu dono na sua própria merda. Está na hora de pegar os assassinos que vêm assaltando o Brasil há décadas, todos eles, os patrimonialistas, os nepotistas, os racistas, os ratos que vêm sangrando as tetas da Pátria; que mamem no caralho!
 
Uma coisa é certa: nenhum político ladrão, em lugar algum do planeta, sobrevive quando o povo vai para as ruas. Será diferente nestepaiz? O Brasil precisa ser passado a limpo. Precisamos pegar de jeito esses criminosos, pois quando roubam a Petrobras, a Vale, merenda escolar, material hospitalar, maços de grana (transportados até no rego do cu), quando assaltam os brasileiros em “obras” como a transposição do rio São Francisco (?), a Ferrovia Norte-Sul, quando se espojam nas mordomias principescas dispensadas a esse clube de parasitas homiziados no Congresso Nacional, quando políticos assaltam, por décadas, um Estado inteiro e ainda anexam outro Estado à sua máfia, muita gente morre, principalmente crianças. Por isso esses bandidos precisam ser presos e devolver até o último tostão surrupiado; ou trabalharem para pagar a dinheirama roubada.
 
Basta de o povo brasileiro ser tratado como imbecil, ser assaltado e ainda estuprado, calado. Basta de antas como Lula ser tratadas como se houvessem feito alguma coisa, algum dia, que beneficiasse verdadeiramente a nação; a bolsa-esmola imbeciliza ainda mais o povão.
 
Esta é a hora de os brasileiros dizerem a Lula e à Dilma Rousseff quem é que manda no país; que não somos estúpidos. Lula, aliás, já devia ter sido mandado para a baixa da égua, mas fica aí, como uma arara elétrica, falando merda.
 
Importante: é necessário derrubar o sistema eleitoral brasileiro; ele foi costurado para eleger ladrões, estupradores, assassinos, psicopatas, analfabetos, pedófilos, ratos (desde catitas até mucuras, passando por aquelas ratazanas de dentões saindo da boca).
 
No Brasil, elege-se presidenta, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores para foder com a população. Urge mudar isso, e fazer a canalha que vem gozando na cara dos brasileiros entender, de forma inesquecível, que certo está o ditado popular que diz: que tem cu tem medo.

sábado, 15 de junho de 2013

Posse ao anoitecer

Teu dorso, à sombra da tarde que finda e escoa em murmúrios,
É alvo como pétala de rosa vermelha; sinuoso; nu.
Agarro-me aos cabelos, às ancas, aos ombros, ao perfume,
Bêbedo de gemidos.
A noite se instala como transatlântico no porto;
Feérico, iluminado, Copacabana Palace.
Tuas costas são alvas como jambo.
De olhos fechados, sorvo cheiro de nudez,
Sabor de Dom Pérignon, safra de 1954;
Ouço Concierto de Aranjuez, de Joaquin Rodrigo,
E os 14 minutos e 10 segundos do Bolero, de Maurice Ravel,
Sob a regência de Silvio Barbato.
Abro os olhos e enxergo o halo vermelho da noite,
Suave como o primeiro movimento, allegro,
Do Concerto para Piano e Orquestra, em Ré Menor,
Número 20, K. 466, de Mozart;
Pulsar longínquo, o atrito da Terra no espaço,
Gemidos femininos se esvaindo,
Som de maresia,
Sangue circulando nos tímpanos.
O segundo movimento, romanze,
Estrelas acamando-se no azul da alma.
O terceiro movimento, rondó,
Flores se abrindo ao riso de crianças.
Solto o urro, vibrante, de leão alado, ao ouvir gritos abafados,
E sentir que desmaias ao acme.


Brasília, 15 de junho de 2013

terça-feira, 4 de junho de 2013

Os petralhas estão estuprando o Brasil, a troco de bolsa-esmola

BRASÍLIA, 4 DE JUNHO DE 2013 – Alguns cafés abrem de manhã cedo, nos fins de semana, na mais importante rua comercial do Sudoeste, entre as quadras 100 e 300. Famílias se reúnem em torno das mesinhas de vime, dispostas na calçada, defronte aos cafés e confeitarias ao longo das oito quadras que ladeiam a avenida, numa festa que se prolonga à medida que a manhã convida à preguiça. Entre as quadras, junto aos contêineres, centenas de pombos fervilham, como ratos, em cima do lixo espalhado no chão. Perto das padarias, mendigos posicionam-se, estrategicamente; alguns dormem ainda.
 
Depois de sair do Cruzeiro Novo e atravessar o Sudoeste e o Setor Gráfico, mergulho no Parque da Cidade. É domingo e o dia, nublado, promete ficar com a temperatura estabilizada em 21 graus. Tomo a trilha que vai do Centro de Convenções até o portão lateral próximo ao Brasil 21. Quando morei na 711 Sul, costumava caminhar no Parque. Além das árvores e dos pássaros, há sempre muitas mulheres lindas correndo por ali; passam tão rapidamente que não consigo engoli-las com o olhar, embora a brisa que vão deixando me redima.
 
É domingo. Não há movimento no Brasil 21, um complexo de hotéis, restaurantes, cafeterias e teatro. Atravesso-o, mergulhado no silêncio, e surjo na calçada ao lado do Pátio Brasil. Cruzo a Avenida W3 Sul e mergulho novamente no Setor Hoteleiro, até o Hotel Nacional; contorno no Conic e me dirijo à Rodoviária do Plano Piloto. Paro na banca do segundo piso do terminal, onde encontramos, provavelmente, o maior número de jornais e revistas de vários estados deste continente que é o Brasil. Depois, vou até uma das bancas do primeiro piso, onde pode-se ler a capa dos jornalões, estendidos, abertos, à entrada da revistaria. As notícias veiculadas nos jornalões e revistas semanais têm, há muito tempo, algo em comum: sente-se, nelas, que já há um esforço nacional para que estepaiz se liberte dos petralhas.
 
Falar em petralhas, o Distrito Federal é governado por um deles, Agnulo Queiroz; assim como Lula, que continua no comando e estuprando a Banânia, a troco de bolsa-esmola, Agnulo está defecando em cima de Brasília, especialmente no setor de saúde pública.
 
Compro o Correio Braziliense e embarco no ônibus, de volta ao Cruzeiro Novo.