sábado, 29 de junho de 2013

Lula jamais será ditador de verdade

BRASÍLIA, 29 DE JUNHO DE 2013 – Há 10 anos que o Estado brasileiro vem sendo sitiado pelo sindicato do crime, o PTralha, que usa a democracia para sufocá-la, até o último espasmo, como o cirurgião assassino que anestesia o paciente e tira-lhe as vísceras, cuidadosamente, para o mercado negro. Assim que Lula, juntamente com o gangster condenado, mas solto, Zé Dirceu, instalou a era da mediocridade, em 1 de janeiro de 2003, pôs as 9 garras para fora, e deixou claro que só tinha um objetivo: a ditadura de esquerda; esquerda, nesse contexto, é apenas um expletivo; na verdade, comunistas roubam o dinheiro e a alma do povo.

Inspirado no abutre Fidel Castro, o zumbi Hugo Chávez, o ladrão bolivariano, conseguiu limpar a burra da Venezuela, embalado por plebiscitos que lhe garantiram poderes absolutistas. Aí ele começou a fazer com a estatal de petróleo da Venezuela, quinto maior produtor de petróleo do planeta, o que o PTralha está fazendo com a Petrobras, usando-a como cabide de empregos, para desviar verba e lavar dinheiro, por meio de testas de ferro à frente de empresas de fachada. Que tal o Tribunal de Contas da União contratar a PwC para fazer uma auditoria na Petrobras (não para inglês ver), e também na Vale, que o PTralha voltou a estatizar, embora tenha sido uma estatização branca?

Dilma Rousseff, que incorporou uma palavra não dicionarizada, presidenta (existirá incompetenta?), e que é uma marionete rebolando nos 9 dedos, está apenas guardando a vaga para o ditador das sombras, que sonha voltar para o Palácio do Planalto como um Rafael Leónidas Trujillo Molina, o Bode. Ele está amoitado; não berra. Espera pelo plebiscito que a incompetenta enviará ao Congresso Nacional, o do mensalão e dos atos secretos, de Zé Sarney, Zé Genoino, João Paulo Cunha, Renan Calheiros, do pastor Marco Feliciano, do ladrão procurado pela Interpol Paulo Salim Maluf, de Jader Barbalho etc. etc. etc.

O problema dos stalinistas é que o século 19 só existe na História. Não perceberam que a Humanidade encontra-se em plena revolução. O fato é que Lula jamais será ditador de verdade, até porque as Forças Armadas nunca consentirão nisso.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Jorge Bessa autografa O Juízo Final e A Batalha do Armagedon, no Carpe Diem


BRASÍLIA, 26 DE JUNHO DE 2013 – O pesquisador e escritor Jorge Bessa lança nesta sexta-feira, 28, Decifrando as Profecias de Daniel – O Juízo Final; e Decifrando as Profecias de João – A Batalha do Armagedon, no Carpe Diem da 104 Sul, a partir das 18h30 (mais informações pelo telefone 3344-3738).

Em Decifrando as Profecias de Daniel – O Juízo Final (Thesaurus Editora, Brasília, 2013), Jorge Bessa analisa as previsões do profeta desde a Antiguidade até o presente momento, ressaltando que Jesus Cristo, “governador espiritual da Terra”, envia, em todos os tempos, mensageiros para mostrar que, apesar do aparente caos na Humanidade, tudo se encontra sob a supervisão e o controle do Mestre da Galileia. Jorge Bessa atravessa a História desde Nabucodonossor até os dias atuais, quando, segundo ele, se desenrola a temida Batalha do Armagedom, ou Juízo Final, ou Final dos Tempos.

Em Decifrando as Profecias de João – A Batalha do Armagedon (Thesaurus Editora, Brasília, 2013), Jorge Bessa analisa o Livro do Apocalipse, atribuído a João, o Evangelista. Para o autor, longe de ser um tratado de desgraças e catástrofes, o Livro do Apocalipse é, “acima de tudo, uma promessa do próprio Jesus, de um futuro pacífico e radiante para todos aqueles que atingissem um patamar de consciência que os habilitassem a viver em um mundo transformado, um planeta de regeneração, onde estaremos mais próximos dos demais membros da comunidade planetária, aptos a receber o apoio e o carinho daqueles que se dispõem a servir apenas por amor”.

Jorge Bessa é autor da trilogia O mistério dos senhores de Vênus (Thesaurus Editora, Brasília, 2012), composta por Os deuses que vieram do céu (147 páginas); Pluralidade dos mundos habitados e a evolução do homem (155 páginas); e Deuses, venusianos e capelinhos (174 páginas). Baseado em profunda pesquisa, o autor desenvolve a teoria de que, ao longo da história da Humanidade, “sempre estivemos amparados e sendo instruídos por elevadíssimas consciências espirituais, conhecidas como deuses, jardineiros siderais, anjos do Senhor e extraterrestres, entre outras denominações, no seio de quase todas as grandes civilizações do passado”.

Para Jorge Bessa, “os deuses do passado, hoje, estão cada vez mais presentes, pois jamais deixaram a humanidade à sua própria sorte; eles são os mesmos sábios espíritos de outrora, encarregados da execução direta da evolução planetária, que agora intervêm, de forma mais direta, para promover essa mudança, que alguns chamam de Nova Era, Fim do Mundo ou Apocalipse”.

Jorge Bessa, 60 anos, nasceu em Belém e vive em Brasília desde 1980. Graduado em Economia pela Universidade Federal do Pará, trabalhou durante muitos anos na área de inteligência do governo brasileiro, formando-se, depois, em Medicina Tradicional Chinesa, pela Escola Nacional de Acupuntura, em Brasília, e em psicanálise clínica. É autor também de Jesus, o Maior Médico que já existiu; Medicina Emocional; Acupuntura – A Medicina do Século XXI.

José Edson dos Santos autografa novo livro: Loucura Pouca é Bobagem

José Edson dos Santos, um dos mais criativos escritores do Amapá,
vive desde 1974, em Brasília, onde leciona artes cênicas

BRASÍLIA, 26 DE JUNHO DE 2013  O entorno da Rodoviária do Plano Piloto, o coração de Brasília, recende ao ácido úrico do tempo, uma espécie de sujeira que se agarra nas paredes dos subterrâneos da alma. À noite, a praça de alimentação do Conjunto Nacional vira a Praça do Pau Mole, onde nostálgicos choram o leite derramado desde que o mineirinho Juscelino Kubitschek veio comer quieto em terras goianas, atravessando os anos de chumbo da Ditadura dos Generais (1964-1985) e os anos de roubalheira dos ladrões de colarinho branco. Assim, chegamos à Brasília pós-moderna, de modo que a Praça do Pau Mole é uma espécie de cemitério candango. Hoje, o bom é o Setor Hoteleiro, onde se encontra prostitutas cinematográficas e cafés hollywoodianos.

José Edson dos Santos, Joy Edson, como gosto de chamá-lo, é o contista da Brasília subterrânea e decadente do Conic. Os contos deste Loucura Pouca é Bobagem (Thesaurus Editora, Brasília, 2013) são um mergulho num mundo angustiantemente drogado e nostálgico. Neles, as personagens vivem conforme as circunstâncias; não constroem seu destino.

Nunca acontece nada nas histórias curtas de Loucura Pouca é Bobagem, pelo menos no que eu chamo de “o agora e o agora”. As falas, os dramas pessoais, os mergulhos existenciais, tudo é congelado, da mesma forma que a Brasília Patrimônio Cultural da Humanidade. Loucura Pouca é Bobagem é como um pico de LSD. Joy Edson é o cronista desta Brasília entorpecida, antiga, e tão atual.

Estreou com Xarda Misturada (edição dos autores, Macapá, 1971, poesia), juntamente com José Montoril e Ray Cunha. Em 1978, participou da antologia organizada por Salomão Sousa, Em Canto Cerrado. Em 1980, publicou Águagonia e Latitude Zero (edição mimeografada por Paulo Tovar). Em 1995, lança Bolero em Noite Cinza (edição do autor, Brasília, poesia) e, em 2006, Ampulheta de Aedo (LGE/Ler Editora, Brasília). José Edson dos Santos nasceu em Macapá, estado do Amapá, Amazônia, e vive, desde 1974, em Brasília, onde é professor de artes cênicas. É um dos mais talentosos escritores amapaenses.

SERVIÇO

Loucura Pouca é Bobagem será autografado nesta Quinta Cultural T-Bone, dia 27, na 312 Norte, a partir das 19 horas.

Dia 2 de julho, uma terça-feira, durante a Poesia no Beijódromo – Sarau do Beijo, no Universidade de Brasília (UnB), a partir das 19 horas.

domingo, 23 de junho de 2013

Os novos guerrilheiros do Brasil

BRASÍLIA, 23 DE JUNHO DE 2013 – No réveillon de 2000 para 2001, a Humanidade já avançava em nova era, revolucionária, o Cyberspaço. Hoje, um indivíduo pode se tornar guerrilheiro de casa, haja vista as manifestações nas ruas, em todo o continente brasileiro, observadas com perplexidade por todos quanto ainda não entenderam que estamos em 2013; especialmente os marxistas, que racionam como se estivessem no século 19.
 
Nesse contexto, e no âmbito da mídia tradicional, sobreviverão apenas publicações compromissadas com a população, e que ofereçam muito serviço e cultura. Balcões de negociatas, devezenquandários e outras picaretagens sumirão do mapa. Os jornalões estão encolhendo e seus donos investem em tecnologia eletrônica, assim como jornalistas tratam de fazer cursos de marketing eletrônico para aprenderem a utilizar as mídias sociais. Não há outro caminho.
 
As novas gerações não sabem o que é comprar um jornal impresso, quentinho, e o ler da capa à quarta-capa; leem jornais eletrônicos no seu computador de bolso. Outro dia observei no ônibus uma senhora vendo no seu celular a novela das 7 da Globo. Muitos dos jovens que estão protestando nas ruas das cidades brasileiras orientam-se pela internet.
 
Quanto ao movimento histórico que se vê nas ruas do Brasil, faz uma revelação clara: a democracia, que nasceu na Grécia Clássica, sofreu uma brusca mudança. É, mais do que nunca, participativa. A grande reivindicação dos novos guerrilheiros é acabar com a bacanal em que os políticos se espojam e, nesse contexto, a prisão dos ladrões, condenados, Zé Dirceu, Zé Genoino e João Paulo Cunha. Também que tal uma auditoria para saber-se quem está roubando no embalo das copas da Fifa? E que tal o Congresso tocar fogo em público na excrescência que acaba com o Ministério Público? Já seria alguma coisa. Falar em Zé Dirceu, estaria ele comandando a baderna para derrubar a presidenta e Lula voltar como candidato do PTralha?
 
A mídia vem fazendo algumas perguntas, dia após dia: Para onde vão os protestos nas ruas? O que vai acontecer? O cenário futuro parece claro: se, de repente, esses guerrilheiros pós-modernos voltarem para casa de mãos abanando, a democracia estará literalmente perdida no nosso país. Aí ninguém poderá protestar nem quando for currado. E se o movimento continuar (nunca se soube de um levante da população de um país que se intimidasse com chumbo quente), os políticos ora no poder terão que descer do seu pedestal para conversar olho no olho, de igual para igual, com os representantes da sociedade organizada, e terão que ceder.
 
Então, temos duas alternativas: o fortalecimento da ditadura das sombras e a perpetuação da era da mediocridade, instalada por Lula, em 1 de janeiro de 2013; ou o cumprimento das exigências dos guerrilheiros das ruas, entre as quais: mudança instantânea da legislação eleitoral; verba maciça e continuada para a Educação; reforço urgente em Saúde; fortalecimento na Segurança, principalmente nas áreas de treinamento, tecnologia e inteligência; fim dos monopólios e melhorias urgentes nos transportes públicos; identificação dos corruptos e devolução do que roubaram.
 
Isso já seria o começo. Agora, moçada, ao trabalho!

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Chegou a hora de passar a limpo o Brasil?

BRASÍLIA, 20 DE JUNHO DE 2013 – O dono do Partido do Sindicato do Crime (PTralha) e presidente de fato destepaiz, Lula, e sua preposta, a presidenta (existirá a palavra “incompetenta”?), estão amoitados; não digo de barba de molho porque Lula perdeu a dele e a presidenta não a tem. Os PTralhas saqueiam extepaiz há uma década. Basta! E quem diz basta é uma multidão, que se avoluma a cada dia, nas ruas. As ratazanas PTralhas, conhecidas também como PTelhos, roubam à luz do dia, veja-se o Mensalão, operado por Zé Dirceu (por que mesmo Zé Dirceu ainda não foi preso?); ainda não pegaram o chefão.
 
O fato é que o povo brasileiro não aguenta mais levar ferro dia e noite. Um dia o estuprado se revolta e a primeira coisa em que pensa, e se conseguir o fará, é extirpar o que o rasga e afogar seu dono na sua própria merda. Está na hora de pegar os assassinos que vêm assaltando o Brasil há décadas, todos eles, os patrimonialistas, os nepotistas, os racistas, os ratos que vêm sangrando as tetas da Pátria; que mamem no caralho!
 
Uma coisa é certa: nenhum político ladrão, em lugar algum do planeta, sobrevive quando o povo vai para as ruas. Será diferente nestepaiz? O Brasil precisa ser passado a limpo. Precisamos pegar de jeito esses criminosos, pois quando roubam a Petrobras, a Vale, merenda escolar, material hospitalar, maços de grana (transportados até no rego do cu), quando assaltam os brasileiros em “obras” como a transposição do rio São Francisco (?), a Ferrovia Norte-Sul, quando se espojam nas mordomias principescas dispensadas a esse clube de parasitas homiziados no Congresso Nacional, quando políticos assaltam, por décadas, um Estado inteiro e ainda anexam outro Estado à sua máfia, muita gente morre, principalmente crianças. Por isso esses bandidos precisam ser presos e devolver até o último tostão surrupiado; ou trabalharem para pagar a dinheirama roubada.
 
Basta de o povo brasileiro ser tratado como imbecil, ser assaltado e ainda estuprado, calado. Basta de antas como Lula ser tratadas como se houvessem feito alguma coisa, algum dia, que beneficiasse verdadeiramente a nação; a bolsa-esmola imbeciliza ainda mais o povão.
 
Esta é a hora de os brasileiros dizerem a Lula e à Dilma Rousseff quem é que manda no país; que não somos estúpidos. Lula, aliás, já devia ter sido mandado para a baixa da égua, mas fica aí, como uma arara elétrica, falando merda.
 
Importante: é necessário derrubar o sistema eleitoral brasileiro; ele foi costurado para eleger ladrões, estupradores, assassinos, psicopatas, analfabetos, pedófilos, ratos (desde catitas até mucuras, passando por aquelas ratazanas de dentões saindo da boca).
 
No Brasil, elege-se presidenta, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores para foder com a população. Urge mudar isso, e fazer a canalha que vem gozando na cara dos brasileiros entender, de forma inesquecível, que certo está o ditado popular que diz: que tem cu tem medo.

terça-feira, 18 de junho de 2013

O PTralha começa a ruir na sua própria merda

BRASÍLIA, 18 DE JUNHO DE 2013 – Quando Lulapresidenta, proprietário do PTralha, anunciou, eufórico, em 2007, que o Brasil seria sede da Copa das Confederações, ora em curso, e da Copa do Mundo de 2014, vislumbrava as possibilidades financeiras que isso proporcionaria, não para o país, mas para a burra do partido. Foi um tiro no pé.
 
Na ocasião, o então presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o notório Ricardo Teixeira, afirmou que o poder público nada gastaria com atividades desportivas. “A Copa do Mundo é um evento privado” – garantiu. Agora, já se sabe, os gastos serão superiores a R$ 7 bilhões; só o Estádio Mané Garrincha, do Distrito Federal, governado pelo petralha Agnulo Queiroz, custou cerca de R$ 1,7 bilhão, quando foi orçado em R$ 600 milhões. O setor de Saúde de Brasília é um corredor da morte; e Agnulo é médico(?).
 
“Os grandes patrocinadores dos eventos são empresas de marcas famosas, mas o que nós vemos são recursos públicos fazendo os investimentos nas obras de infraestrutura no Brasil” – comenta o jornalista José Cruz, que cobre há mais de duas décadas os bastidores da política e economia do esporte. O experiente jornalista observa que o Ministério do Esporte cada vez mais abraça o futebol, “área que não é da sua competência”. José Cruz afirmou, há algum tempo, que o a pasta vem liderando campanha pelo perdão das dívidas fiscais dos clubes e fornecendo recursos para formação de atletas em grandes clubes, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. “Os megaeventos são privados, mas os recursos são públicos.”
 
A mais influente revista semanal brasileira, Veja, afirma, em matéria de capa, edição de 26 de outubro de 2011, que o custo anual da corrupção no Brasil é de R$ 82 bilhões. Só para se fazer uma comparação, isso é quase 10 vezes o PIB do estado do Amapá, na Amazônia, onde o maranhense Zé Sarney vem se refugiando, eleito perpetuamene senador pelos tucujus. A reportagem de Veja, assinada por Otávio Cabral e Laura Diniz, confirma que o Brasil é um dos países mais corruptos do planeta.
 
Desde a instalação da república da mediocridade, em 1 de janeiro de 2003, foram desviados dos cofres brasileiros pelo menos R$ 800 bilhões. Coincidência? Segundo Veja, o governo federal emprega 90 mil pessoas em cargos de confiança. Nos Estados Unidos, são 9.051. Na Grã-Bretanha, cerca de 300. “Isso faz com que os servidores trabalhem para partidos, e não para o povo, prejudicando severamente a eficiência do estado” – afirma Cláudio Weber Abramo, diretor da Transparência Brasil. Cerca de 120 milhões de pessoas vivem exclusivamente de vencimentos recebidos da União, estados ou municípios.
 
Após 10 anos de república da mediocridade, uma década com o país estagnado e roubalheira crescente, a pilhagem flagrada em obras para a Copa das Confederações revoltou os brasileiros. No Brasil, morrem cerca de 100 mil pessoas assassinadas, todos os anos, no trânsito e nos corredores dos hospitais públicos. Assim, nessa segunda-feira 17, mais de 250 mil pessoas participaram de protestos em várias cidades de norte a sul do Brasil contra a bandalheira que vem sendo empurrada sem cuspir no traseiro do povo, incluindo o que recebe bolsa-esmola (daí não reclamarem), desde 1 de janeiro de 2003. Foi a maior mobilização popular do Brasil desde os caras pintadas, em 1992, exigindo o impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello. A propósito, Lulapresidenta cooptou a União Nacional dos Estudantes (UNE); só não sei identificar com que tipo de bolsa.
 
O fato é que o povo, massacrado pela violência; preocupado com a falta de investimento em Educação; acossado pelo Leão, injusto e escorchante; violentado pela corrupção; sem perspectivas; roubado por banqueiros, telefônicas etc. etc., já que não há fiscalização e a impunidade impera; cansado de tanta sacanagem contra si, começa a descobrir que os PTralhas estão fodendo o Brasil, e que está na hora de enviar essa canalha para Cuba.

sábado, 15 de junho de 2013

Posse ao anoitecer

Teu dorso, à sombra da tarde que finda e escoa em murmúrios,
É alvo como pétala de rosa vermelha; sinuoso; nu.
Agarro-me aos cabelos, às ancas, aos ombros, ao perfume,
Bêbedo de gemidos.
A noite se instala como transatlântico no porto;
Feérico, iluminado, Copacabana Palace.
Tuas costas são alvas como jambo.
De olhos fechados, sorvo cheiro de nudez,
Sabor de Dom Pérignon, safra de 1954;
Ouço Concierto de Aranjuez, de Joaquin Rodrigo,
E os 14 minutos e 10 segundos do Bolero, de Maurice Ravel,
Sob a regência de Silvio Barbato.
Abro os olhos e enxergo o halo vermelho da noite,
Suave como o primeiro movimento, allegro,
Do Concerto para Piano e Orquestra, em Ré Menor,
Número 20, K. 466, de Mozart;
Pulsar longínquo, o atrito da Terra no espaço,
Gemidos femininos se esvaindo,
Som de maresia,
Sangue circulando nos tímpanos.
O segundo movimento, romanze,
Estrelas acamando-se no azul da alma.
O terceiro movimento, rondó,
Flores se abrindo ao riso de crianças.
Solto o urro, vibrante, de leão alado, ao ouvir gritos abafados,
E sentir que desmaias ao acme.


Brasília, 15 de junho de 2013

sábado, 8 de junho de 2013

Zé Sarney se elegerá mais uma vez senador no Amapá (e não pelo Amapá). Alguma dúvida?

BRASÍLIA, 8 DE JUNHO DE 2013 – Lauro Jardim registra, na sua coluna Radar on-line, que o senador maranhense Zé Sarney, 83 anos, afirma que “um homem deixa a política por não ter mais votos ou por idade; graças a Deus, o meu caso é o segundo, por isso não sou candidato”. Mas, pressionado, deixa escapar suas verdadeiras intenções: “O futuro a Deus pertence”. Escrevê Lauro Jardim: “Nove entre dez colegas de Senado apostam que Sarney tentará voltar à casa, pelo Amapá, no ano que vem”.
 
Trato Zé Sarney por senador vitalício, não pela sua saúde arruinada e a possibilidade de ele bater as botas antes de 1 de janeiro de 2015, mas porque, mesmo que viva 104 anos, será sempre eleito pelos amapaenses, que adoram supor que têm no Senado um ex-presidente da República e escritor traduzido para vários idiomas.
 
Que importa que Zé Sarney vá a Macapá apenas para se eleger, a cada oito anos; que a inflação tenha quase acabado com os brasileiros na sua inesperada passagem pela Presidência (1985-1990); que tenha começado a derrocada do Maranhão de 1966 a 1971, quando foi governador do estado; que tenha jogado o Senado na clandestinidade por meio de atos secretos quando o presidiu, de 1995 a 1997, de 2003 a 2005, de 2009 a 2011 e de 2011 até 2012; que esteja cagando para os amapaenses! Nada disso é relevante. Acho mesmo que Zé Sarney se elege senador no Amapá não pelo seu charme – jeca, como dizia Paulo Francis, porém sempre ex-presidente, e escritor (deve ser best-seller em Macapá) –, mas porque ele levou prosperidade para muita gente, especialmente do PMDB/Petralha.
 
Em 1990, viu que não se elegeria no Maranhão e que no recém-criado estado do Amapá havia três vagas para o Senado, e saltou de paraquedas nas terras tucujus, seguido por migração histórica de maranhenses para Macapá, duplicando sua população e tornando-a uma das cidades mais inchadas destepaiz de pés inchados. Desde então, de oito em oito anos, Zé Sarney volta a Macapá para fazer campanha, de terra arrasada. Na última, amordaçou a imprensa e fodeu com ene jornalistas.
 
A respeito de Brejal dos Guajas (Guajas, mesmo), Millôr Fernandes disse que se tratava de “uma obra-prima sem similar na literatura de todos os tempos, pois só um gênio poderia fazer um livro errado da primeira à última frase”, e que “em qualquer país civilizado Brejal dos Guajas seria motivo para impeachment”. Quando foi publicado o livro de poesias Marimbondos de Fogo, o grupo Casseta & Planeta disse que era parte da trilogia completada por “Marimbondos de Porre” e “Marimbondos de Ressaca”.
 
Lula é fã de carteirinha de Zé Sarney. De Zé Dirceu também.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Os petralhas estão estuprando o Brasil, a troco de bolsa-esmola

BRASÍLIA, 4 DE JUNHO DE 2013 – Alguns cafés abrem de manhã cedo, nos fins de semana, na mais importante rua comercial do Sudoeste, entre as quadras 100 e 300. Famílias se reúnem em torno das mesinhas de vime, dispostas na calçada, defronte aos cafés e confeitarias ao longo das oito quadras que ladeiam a avenida, numa festa que se prolonga à medida que a manhã convida à preguiça. Entre as quadras, junto aos contêineres, centenas de pombos fervilham, como ratos, em cima do lixo espalhado no chão. Perto das padarias, mendigos posicionam-se, estrategicamente; alguns dormem ainda.
 
Depois de sair do Cruzeiro Novo e atravessar o Sudoeste e o Setor Gráfico, mergulho no Parque da Cidade. É domingo e o dia, nublado, promete ficar com a temperatura estabilizada em 21 graus. Tomo a trilha que vai do Centro de Convenções até o portão lateral próximo ao Brasil 21. Quando morei na 711 Sul, costumava caminhar no Parque. Além das árvores e dos pássaros, há sempre muitas mulheres lindas correndo por ali; passam tão rapidamente que não consigo engoli-las com o olhar, embora a brisa que vão deixando me redima.
 
É domingo. Não há movimento no Brasil 21, um complexo de hotéis, restaurantes, cafeterias e teatro. Atravesso-o, mergulhado no silêncio, e surjo na calçada ao lado do Pátio Brasil. Cruzo a Avenida W3 Sul e mergulho novamente no Setor Hoteleiro, até o Hotel Nacional; contorno no Conic e me dirijo à Rodoviária do Plano Piloto. Paro na banca do segundo piso do terminal, onde encontramos, provavelmente, o maior número de jornais e revistas de vários estados deste continente que é o Brasil. Depois, vou até uma das bancas do primeiro piso, onde pode-se ler a capa dos jornalões, estendidos, abertos, à entrada da revistaria. As notícias veiculadas nos jornalões e revistas semanais têm, há muito tempo, algo em comum: sente-se, nelas, que já há um esforço nacional para que estepaiz se liberte dos petralhas.
 
Falar em petralhas, o Distrito Federal é governado por um deles, Agnulo Queiroz; assim como Lula, que continua no comando e estuprando a Banânia, a troco de bolsa-esmola, Agnulo está defecando em cima de Brasília, especialmente no setor de saúde pública.
 
Compro o Correio Braziliense e embarco no ônibus, de volta ao Cruzeiro Novo.