quinta-feira, 11 de julho de 2013

Quando as crianças gritam, aterrorizadas, é hora da revolução

BRASÍLIA, 11 DE JULHO DE 2013 – Caso Lula volte ao poder, ou Dilma reeleja-se presidenta (sic), e mesmo que Zé Dirceu continue solto, será muito mais difícil assaltar a burra. Mas como Lula é incompetente e Dilma incompetenta (sic) para administrar de verdade um país com a complexidade do Brasil, todos nós nos estreparemos, exceto, naturalmente, os ricos e os que roubaram muito e conseguiram esconder verba desviada ou fugir. Mas não acredito sequer que Dilma chegue até o fim do seu governo. Ela já não é mais aquela mulher mandona, até porque ninguém a está levando a sério; e depois o PT vem conspirando contra ela.

Está acontecendo uma revolução, pondo fim à era da mediocridade e da roubalheira, instalada por Lula, em 1 de janeiro de 2003. Dei uma volta, hoje, pela cidade, e vi jovens empunhando cartazes contra a corrupção, a sangria da teta do erário, a anarquia do PT, que vem tentando, por todos os meios, destruir o Estado e instalar uma ditadura no estilo cubana, a fim de saquear à vontade. Quando jovens vão às ruas, alguma coisa muda.

O PT não atinou para três detalhes: quando a comida encolhe na mesa, por muito tempo, o povo, inclusive a classe média, vira fera; a web; e que a inteligência dos militares está de olho nos bandidos (os militares não usam bala de borracha).

Rio de Janeiro, São Paulo, a ilha da fantasia (Brasília) e várias cidades brasileiras estão pegando fogo. O valhacouto em que se transformou o Congresso Nacional já começou a fazer o que a sociedade organizada manda, e rápido. Mesmo assim, bancando os salvadores da pátria, os larápios serão apenados, de uma forma ou de outra. Basta de tanta sacanagem com os brasileiros, que é um povo bacana, criativo, talentoso, trabalhador, sem grandes problemas étnicos (exceto por alguns ignorantes que pensam que sangue azul e olhos claros é alguma coisa especial).

Quando num país crianças moram nas ruas, são vendidas em leilão, são entregues a gringos depravados, são estupradas a troco de gasolina ou comida (como ocorre no Marajó), quando morrem de fome ou de maus-tratos, alguma coisa profundamente errada está ocorrendo. Então é hora de revolução. Não se sabe no que vai dar; só não é mais suportável ouvir os gritos de terror de crianças, dilacerantes como pedrada na cara.

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