sábado, 6 de dezembro de 2014

Carta aberta a Aécio Neves pelo impeachment de Lula Rousseff

BRASÍLIA, 6 DE DEZEMBRO DE 2014 – Caro senador Aécio Neves, até quando o senhor acha que o Brasil vai suportar a sangria a que é submetido noite e dia? Até quando as instituições democráticas permanecerão firmes ante o aparelhamento e à desmoralização do Estado de direito? Quanto tempo mais para nos tornarmos uma Venezuela continental, à caminho de uma Cuba?

Como o senhor sabe, desde que Lula tomou posse, em 1 de janeiro de 2003, quando começou a instalar a república da mediocridade, da corrupção, do roubo, da ditadura nas sombras, da canalhice, da apologia do crime, da lei do mais forte, da depravação, o país começou a sangrar.

Lula me lembra Rafael Leónidas Trujillo Molina, o Bode, apenas pela perversidade, pois está mais para rato do que para bode, mas é esperto, diabólico como Trujillo. Para driblar a lei, pôs na sua cadeira, no Palácio do Planalto, um fantoche, um zumbi, Dilma Rousseff, e continua comandando sua máfia nas sombras.

Lula Rousseff defende a estatização apenas para, como nuvem de gafanhoto numa plantação, devorar tudo sem precisar sair correndo da Polícia Federal. Na Venezuela, a família de Hugo Chávez Maduro já chupou até o caroço da estatal venezuelana de petróleo; Lula Rousseff e seu PTMDB, e aliados, curram a Petrobras sem cuspir, sem dó nem piedade. O juiz Sérgio Moro, um herói da estirpe de Joaquim Barbosa, desconfia que a ladroagem já perpassa tudo.

As urnas eletrônicas deixaram uma suspeita para sempre. Lula Rousseff, com a cumplicidade do seu exército mafioso no Congresso Nacional, passou por cima da Lei de Responsabilidade Fiscal, mas continua rindo da democracia no seu palácio.

A inflação aumenta, o desemprego cresce, a criminalidade é pavorosa, os hospitais apodrecem, os valores se deterioram, e os ladrões se assanham. Por favor, Aécio Neves, o senhor se transformou no pilar da nossa esperança, vá para as ruas e lidere o povo, pela cabeça de Lula Rousseff.

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