domingo, 25 de novembro de 2018

Tia Graça


Tu és o anjo das nossas vidas
Teu gesto mais simples preenche de amor a luz
Deixa prenhe de fé o mundo, quando a esperança quebrou-se como cristal fino
Quando não havia mais, no caminho, alento algum

Tu és perfume que se entranhou nas nossas vidas
Do grande rio que rasga a Amazônia, as nascentes
Música de Mozart, que flui serena, vibração divina
Sol na espiral dos nossos caminhos, para sempre

Josiane, a cafuza mais linda do mundo
Iasmim, a princesa mais amada
E eu, somos gratos por tudo

A poesia, oceano destes versos, é minha essência, minha alma, sou eu
Todo o meu tesouro, que te dedico, tia Graça
Eu, que sou também Josiane e Iasmim, sou tudo o que tenho

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Acupunturistas não se mostram interessados na regulamentação da categoria. Novo round terça


RAY CUNHA

BRASÍLIA, 14 DE NOVEMBRO DE 2018 – Por falta de quórum, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara Federal não votou, ontem, o Projeto de Lei 1549/2003, que disciplina o exercício profissional da Acupuntura e determina outras providências, de autoria do deputado reeleito Celso Russomanno (PRB/SP). Ficou para esta terça-feira 20, às 14h30, no Anexo II, Plenário I.

O relator, deputado reeleito e médico Hiran Gonçalves (PP/RR), votará pela inconstitucionalidade e injuridicidade do PL. O pior é que não se vê nenhum movimento da categoria pela regulamentação da profissão. Parece que a classe aguarda um presente do Parlamento para poder se organizar, e não o contrário: conquistar a regulamentação porque está organizada.

Por enquanto, qualquer pessoa pode praticar Medicina Tradicional Chinesa, embora os médicos alopatas, ou da medicina ocidental, que, geralmente, se submetem a cursos de MTC de fim de semana, e não saibam distinguir Yin de Yang, reivindiquem para si o mercado.

A não regulamentação da categoria dos acupunturistas significa um retrocesso em relação ao planeta, pois em todo o mundo, especialmente nos países mais ricos, a profissão de acupunturistas é regulamentada. Mas em Brasília mesmo não existe nenhuma associação ou organização de terapeutas em Medicina Tradicional Chinesa batalhando, junto à CCJC, pelo disciplinamento da profissão, nem, tampouco, representantes de entidades de classe sediadas em São Paulo ou no Rio de Janeiro.

Em audiência pública, este ano, foi mostrado a Hiran Gonçalves que a filosofia, as técnicas e a prática da medicina alopática, não têm nada a ver com Medicina Tradicional Chinesa, ou acupuntura, como é conhecida no Brasil. Enquanto a medicina alopática cuida de órgãos, com medicamentos farmacêuticos e cirurgia, a acupuntura cuida do ser humano na sua integralidade: corpo, comportamento e espírito (a ciência não acredite na existência do espírito), utilizando meridianos energéticos, existentes no duplo etéreo.

No Senado, o PL 174/2017, que regulamenta a profissão de terapeuta e de naturista, dorme na Comissão de Assuntos Sociais, na gaveta do relator, senador reeleito Randolfe Rodrigues (Rede/AP).

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

CCJC da Câmara votará a regulamentação da profissão de acupunturista nesta terça 13


RAY CUNHA

BRASÍLIA, 9 DE NOVEMBRO DE 2018 – Representantes de entidades de Medicina Tradicional Chinesa (MTC) e acupunturistas de todo o Brasil deverão lotar o Anexo II do Plenário I da Câmara Federal, nesta terça-feira 13, às 10 horas, quanto o Projeto de Lei 1549/2003, que disciplina o exercício profissional da Acupuntura e determina outras providências, de autoria do deputado reeleito Celso Russomanno (PRB/SP), será votado na Comissãode Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara Federal. A matéria é vital para o futuro dos acupunturistas.

O relator, deputado reeleito e médico Hiran Gonçalves (PP/RR), votará pela inconstitucionalidade e injuridicidade do PL1549/2003 e dos PLs 2284/2003 e 2626/2003, apensados; das Emendas 1/2003, 2/2003, 1/2007, 2/2007 e 3/2007 apresentadas na Comissão de Seguridade Social e Família; do Substitutivo da Comissão de Seguridade Social e Família; e do Substitutivo da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Hiran, que acha que somente médicos devem praticar a acupuntura, faltou nas duas últimas reuniões da CCJC e se faltar na do dia 13 será substituído.

Em audiência pública, foi mostrado para Hiran que a filosofia, as técnicas e a prática da medicina alopática, ou medicina ocidental, não têm nada a ver com Medicina Tradicional Chinesa, ou acupuntura, como é conhecida no Brasil. Enquanto a medicina alopática cuida de órgãos, com medicamentos farmacêuticos e cirurgia, a acupuntura cuida do ser humano na sua integralidade: corpo, comportamento e espírito (a ciência não acredite na existência do espírito), utilizando de meridianos energéticos existentes no duplo etérico.

A não regulamentação da categoria dos acupunturistas significa um retrocesso, pois em todo o mundo, especialmente nos países mais ricos do planeta, quem pratica acupuntura são acupunturistas; médicos também, quando se submetem a cursos de MTC, embora grande parte dos médicos que fazem cursos, geralmente de fim de semana, de MTC, não saiba distinguir Yin de Yang.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Acupunturistas ignoram regulamentação da própria profissão, em votação na CCJC


RAY CUNHA

BRASÍLIA, 7 DE NOVEMBRO DE 2018 – O Projeto de Lei 1549/2003, que trata da regulamentação dos profissionais da acupuntura, de autoria do deputado reeleito Celso Russomanno (PRB/SP), foi posto novamente em votação, hoje, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara Federal, mas o relator, deputado reeleito e médico Hiran Gonçalves (PP/RR), que é contra o projeto, pois acha que somente médicos devem praticar a acupuntura, faltou de novo. Se faltar pela terceira vez, o relator será substituído.

O espantoso é que a classe dos acupunturistas não está nem aí para a matéria, que é vital para o futuro da categoria, com exceção de alguns gatos pingados presentes ao evento. Pelas redes sociais é possível ver que terapeutas em Medicina Tradicional Chinesa (MTC) ignoram a regulamentação da própria prática profissional. Outro ponto que agrava a questão é que as organizações mais importantes dos acupunturistas estão sediadas em São Paulo e no Rio de Janeiro, e não mantêm agentes no Congresso Nacional. Em Brasília, não há nenhuma entidade atuante que represente os acupunturistas.

Nessas alturas, os médicos devem estar rindo da situação. Desconfiava-se que o parece de Hiran Gonçalves tinha o propósito de garantir reserva de mercado em acupuntura para os médicos, mas diante da visível desorganização e descaso da classe dos acupunturistas, não se pode mais imputar essa desconfiança ao deputado roraimense.

Em audiência pública, foi mostrado para Hiran que a filosofia, as técnicas e a prática da medicina alopática, ou medicina ocidental, não têm nada a ver com Medicina Tradicional Chinesa, ou acupuntura, como é conhecida no Brasil. Assim, o Brasil rema contra a maré, pois em todo o mundo, especialmente nos países mais ricos do planeta, quem pratica acupuntura são acupunturistas – médicos também, quando se submetem a cursos de MTC, mas grande parte dos médicos que fazem curso de fim de semana de MTC não sabe distinguir Yin de Yang.

Enquanto a medicina alopática cuida de órgãos, com medicamentos farmacêuticos e cirurgia, a acupuntura cuida do ser humano na sua integralidade: corpo, comportamento e espírito, embora a ciência não acredite na existência do espírito.