quarta-feira, 9 de julho de 2014

Medicina da alma e acupuntura

BRASÍLIA, 9 DE JULHO DE 2014 – Os nazistas quase produzem a bomba atômica antes dos americanos. Só não conseguiram seu intento devido aos cuidados que os assessores de Hitler tomavam. A bomba era desenvolvida por vários cientistas, cada qual assumindo apenas uma parte do projeto, sem uma das quais não haveria o artefato. Ao físico judeu-alemão Joseph Gleber coube uma dessas partes da bomba. Então, a cúpula nazista descobriu que Gleber estivera protelando sua participação no projeto, à espera de que a guerra acabasse antes que aquela terrível arma fosse posta à serviço de um dos psicopatas mais bem-sucedidos da História, na sua trilha de horror: Hitler. Gleber foi ameaçado de ser posto num forno, juntamente com sua esposa e os dois filhos, vivos, para serem assados. Não cedeu, e no dia 13 de abril de 1942, foi cremado.

Medicina da Alma (Editora Casa dos Espíritos, Contagem-MG, 254 páginas, R$ 75, capa dura, papel couchê), psicografado por Robson Pinheiro, pelo espírito de Joseph Gleber, representa uma extraordinária iniciação à medicina desenvolvida pela ciência espiritual, da qual Jesus Cristo é mestre. Estudiosos do assunto listaram sete universos paralelos, ou dimensões, com medidas próprias e que não estão separados pelo espaço, mas se interpenetram. “No mundo mais denso (o físico), a vibração é diminuta quando comparada à rapidíssima vibração do mundo astral, o mais próximo do físico” – ensina Robson Pinheiro. Estudiosos da Grande Fraternidade Branca classificam esses planos em: físico, astral, mental, búdico, átmico (essência divina), monádico (uma espécie de portal entre o divino e os veículos inferiores) e logóico (o Eu Superior).

Entre os corpos físico e astral há o duplo etérico, ou corpo etérico. No caso de adoecimento, o duplo é atingido, antes da matéria, por microrganismos e larvas que só se proliferam nesse plano, e que se refletem no mundo físico nas mais diversas doenças.

A propósito do corpo etérico, a história da medicina tradicional chinesa registra que a acupuntura é uma técnica com mais de 5 mil anos. Embora com essa idade, ainda assim é um sistema complexo demais para que o ser humano o tenha criado apenas observando a natureza. O pesquisador e escritor Jorge Bessa, autor da trilogia O mistério dos senhores de Vênus (Thesaurus Editora, Brasília, 2012), composta por Os deuses que vieram do céu (147 páginas); Pluralidade dos mundos habitados e a evolução do homem (155 páginas); e Deuses, venusianos e capelinhos (174 páginas), sustenta a tese de que a Humanidade recebe desde sempre reforço extra terrestre na sua caminhada taoista. Pois bem, tecnologia de ponta já detectou que os meridianos da acupuntura situam-se no corpo etérico. Eu desconfio que seres extra terrestres é que iniciaram os chineses na acupuntura.

É importante saber isso para se entender que a acupuntura praticada por médicos alopatas só faz piorar o estado do paciente. A propósito, leia artigo de Ricardo Antunes sobre o ato médico, no site Escola Nacional de Acupuntura (ENAc). Se for o caso, procure um acupuntor. De preferência um que saiba muito sobre o Tao. Contudo, a medicina da alma é muito mais eficiente, mas só funciona à vibração da luz.

terça-feira, 1 de julho de 2014

VIAGEM DENTRO DE TI

Estou pronto para ti
Sereno como um homem deve ficar diante de uma mulher nua
Pegar-te-ei com tanta suavidade, e firmeza,
Que lamentarás o prazer, intenso como o voo do orgasmo
Tocarei cada ponto dos teus meridianos
No fundo mais recôndito dos teus abismos insondáveis, e infinitos
Cavalgar-te-ei, preso em ti, seguro na tua boca, nos teus seios, no teu sexo
Como a Terra gravitando em torno do Sol a 108 mil quilômetros por hora
O sistema solar girando em volta do núcleo da Via Láctea a 830 mil quilômetros por hora
A Via Láctea indo para o Grupo Local a 144 mil quilômetros por hora
O Grupo Local caminhando para o aglomerado de Virgem a 900 mil quilômetros por hora
E tudo isso seguindo em direção ao Grande Atrator a 2,2 milhões de quilômetros por hora
O Grande Atrator fica para além de Centauro, a 137 milhões de anos-luz da Terra

sábado, 28 de junho de 2014

HIENA é lançado pelo Clube de Autores e pela Amazon.com. Saiba como adquiri-lo

BRASÍLIA, 28 DE JUNHO DE 2014HIENA, de RAY CUNHA, é uma história de detetive ambientada numa Brasília atolada na corrupção. Para quem mora no Brasil ou na América do Sul fica mais barato comprá-lo no Clube de Autores (155 páginas, papel couchê 90 gramas, R$ 26,44, e e-book, com 74 páginas, R$ 5,38); e para quem nos Estados Unidos ou na Europa, é mais prático adquiri-lo na Amazon.com.

O país está afundando em corrupção e o erário escorre pelo ralo, em obras bilionárias e superfaturadas, que nunca terminam, ou simplesmente são inúteis. Ao investigar o assassinato de um senador da República, degolado com uma katana, no Tropical Hotel, no Setor Hoteleiro Sul, em Brasília, o detetive particular Hiena faz a grande descoberta de sua vida.
Além da Brasília real fazer fundo a este romance, desfila nele um magote de personalidades reais, como, por exemplo, os artistas plásticos Olivar Cunha e André Cerino; as cantoras paraenses Carmen Monarcha e Joelma, da Banda Calypso; o escritor amapaense Fernando Canto; o maestro Silvio Barbato; além da famosa personagem de ficção Brigitte Montfort.
Hienas são como bactérias grandes. Bandidos do reino animal. Atarracadas, quartos traseiros caídos, andar manquejante, começam a comer a vítima viva ainda na perseguição, rasgando-lhe o ventre, as vísceras espirrando. O humorista carioca Juca Chaves, Jurandyr Czaczkes, cunhou uma frase que se tornou um mito persistente: “A hiena é um animal que come fezes dos outros animais, só tem relações sexuais uma vez por ano e ri… mas ri de quê?” 
A Crocuta crocuta é predador sem igual. Caçadora formidável, chega a perseguir suas presas à velocidade de até 55 quilômetros por hora, em grupos que chegam a 100 indivíduos. O segredo desse vigor é um coração poderoso. Mas o que as tornam resistentes como baratas é que podem se alimentar de praticamente tudo, desde filhotes de leão, passando por insetos a ovos de avestruz, até carniça já cheia de vermes, e de outras hienas, além de suas próprias fezes. Contudo, caçam também animais de médio e grande portes, como gazelas, impalas, gnus e zebras. Suas mandíbulas são tão potentes que comem, normalmente, os ossos das suas presas, razão pela qual suas fezes são esbranquiçadas. 
O detetive Hiena, Crocuta crocuta, como chama a si mesmo, não é bem o que Jurandyr Czaczkes, o Juca Chaves, disse. Embora discreto, quando ri para valer sua gargalhada é atroadora. Gastrônomo, elegeu a cozinha paraense a melhor do mundo. Vive só, embora tenha namorada. Contudo, têm em comum com a Crocuta crocuta alguns traços, como o sistema imunológico, pois nunca ficou sequer resfriado; pode se alimentar de comida estragada sem se preocupar, já que não se intoxica; conta com dentes de aço; é resistente como as baratas; e capaz de atravessar qualquer circunstância de extrema tensão sem que seu batimento cardíaco se altere. Também guarda um traço físico em comum com a Crocuta crocuta: o tórax largo, sem ser do tipo cangula (sinônimo de pipa na terra das suas duas mães, Belém do Pará), largo em cima e fino em baixo. 
Com um metro e oitenta, lábios carnudos, cabelos de Al Pacino, o que mais chama atenção em Hiena são seus olhos bicolores, que amanheciam com um tom azul claro, permanecendo assim nos dias frios, mas à medida que a temperatura subia, iam ficando como lápis-lazúli e, à noite, independentemente do tempo que estivesse fazendo, eram sempre duas esmeraldas. Adotou o cognome Hiena por uma série de circunstâncias. Afinal, como disse José Ortega y Gasset: “O homem é o homem e a sua circunstância”.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Mulher lindíssima ao celular

Tu és linda como flor em jardim ensolarado
Simétrico, teu rosto é perfeito como a translação da Terra
E tua boca é de rosas vermelhas esmigalhadas;
Apenas uma tatuagem te macula, no ombro
Cicatriz na pele de seda cristalina.
Caminhas com os olhos verdes fixos na tela de um celular
Indicador e polegar céleres ao teclado
E te chocaste num poste no caminho.
Não gritaste, nem choraste; sorriste!
E Brasília, flutuando no gêiser do teu sorriso,
Lembra muralha arranhando o Planalto
 
Brasília, 27 de junho de 2014

sábado, 21 de junho de 2014

Gozos Múltiplos

Ah! Tu és como flor se abrindo ao sol
Nua como preciosas pedras
Leve como asas que sustentam o voo
Do abismo a queda

Conduz-me à cumeeira
Dos sonhos
Ainda que eu não desperte
Como se estivesse morto

Na bacanal de rosas vermelhas
Esvaem-se os sentidos
Embriagados de estrelas

No labirinto do teu púbis
Afogo-me na maresia
E ressuscito em gozos múltiplos

sábado, 7 de junho de 2014

SENADOR É DEGOLADO COM UMA KATANA NO SETOR HOTELEIRO SUL, EM BRASÍLIA

O país está afundando em corrupção e o erário escorre pelo ralo, em obras bilionárias e superfaturadas, que nunca terminam, ou simplesmente são inúteis. Nada a ver com o Brasil atual. Trata-se de ficção. Uma história de detetive. Ao investigar o assassinato de um senador da República, degolado com uma katana, no Tropical Hotel, no Setor Hoteleiro Sul, em Brasília, o detetive particular Hiena faz a grande descoberta de sua vida.

HIENA é minha segunda experiência do que chamo de romance ensaístico. O primeiro, A CONFRARIA CABANAGEM, thriller político-policial ambientado em Belém do Pará, deverá ser lançado ainda este ano pela Amazon.com, ou pelo Clube de Autores. No caso de HIENA, trata-se de romance ensaístico porque contém uma Brasília viva, que se move subjacente à trama policial.

Também neste romance desfila um magote de personalidades reais, como, por exemplo, dois grandes artistas plásticos: Olivar Cunha e André Cerino; as cantoras paraenses Carmen Monarcha, que se apresenta com André Rieu, e Joelma, da Banda Calypso; o escritor amapaense Fernando Canto; o maestro Silvio Barbato; e até a famosa personagem de ficção Brigitte Montfort.

HIENA está disponível no Clube de Autores, tanto no formado impresso quanto eletrônico. Adquira-o neste endereço: 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

ROSAS PARA A MADRUGADA

Por que escreves? – pergunta-me o jornalista
– Para viver – respondo
Pois só com as palavras desnudo a luz
E voo até o fim do mundo
Por isso, escrevo granadas intensas como buracos negros
E garimpo o verbo como o primeiro beijo
Escrevo porque escrever traz aos meus sentidos
Cheiro de maresia
Dom Pérignon, safra de 1954
O labirinto do púbis no abismo do acme
Mulher nua como rosa vermelha desabrochando

Brasília, 5 de junho de 2014