BRASÍLIA – Você pode
solicitar até quatro títulos de livros de contos de RAY CUNHA e os receberá em
casa, pelos Correios. Ao fazer a solicitação – pelo e-mail: raycunha@gmail.com –, você receberá a
informação do valor do livro e a conta bancária onde deverá depositá-lo, e enviará
o endereço para receber a encomenda. Os livros disponíveis são os seguintes:
NA BOCA DO JACARÉ-AÇU– A AMAZÔNIA COMO ELA É – Contos. Ler Editora, Brasília/DF, 153 páginas. Catorze
histórias curtas, todas ambientadas em Santa Maria de Belém do Grão Pará, para
quem o livro é dedicado, e no Marajó, a maior ilha flúvio-marítima do planeta,
do tamanho de Portugal. Este livro é um mergulho na metrópole da Amazônia, e no
Marajó.
TRÓPICO ÚMIDO – TRÊS CONTOS
AMAZÔNICOS – Edição do autor, Brasília, 116 páginas. Histórias curtas
ambientadas nas três maiores cidades da Amazônia: Manaus/AM, Belém/PA e Macapá/AP.
Inferno Verde – O milionário, culto e psicopata Cara de Catarro
sequestra a filha do jornalista Isaías Oliveira, na ilha de Mosqueiro,
município de Belém. O conto termina em um duelo na ilha de Marajó, no qual um
dos dois morrerá. Ou os dois.
Latitude Zero – Os adolescentes
Alexandre e Moacir Canto vivem o desbunde dos anos 1960, em Macapá/AP.
O Casulo Exposto – Contos. LGE Editora, Brasília, 153 páginas.
O escritor Maurício Melo Júnior, que escreve a orelha do livro, chegou a
sugerir ao autor que o título fosse Brasilienses,
já que as histórias deste livro se passam em Brasília/DF. Diz a quarta-capa do
volume: “O Casulo Exposto é um feixe
de histórias curtas ambientadas nos meios políticos e nas ruas de Brasília.
Tipos fracassados, depravação, assassinato, são as labaredas que lambem o
ventre, exposto, do casulo, a crisálida dos exilados”.
A Caça – Conto. Editora Cejup, Belém/PA, 64 páginas. Na orelha
deste volume diz o escritor Fernando Canto: “A Caça flui em linguagem direta, enxuta, que, aliás, é o estilo
deste autor, inquieto e que manda às favas os adjetivos inúteis, preferindo a
ação aos conceitos, com o objetivo de produzir uma narrativa rica e movimentada”.
A quarta-capa: “A Caça é uma novela
eletrizante. Um professor procura sua filha, sequestrada aos três anos de idade
em Belém do Pará. O fio da meada está em Palmas, no estado do Tocantins, mas o
mistério só se desfaz em Buenos Aires, Argentina”.
TAMBÉM VOCÊ PODE COMPRAR OS SEGUINTES TÍTULOS DE RAY CUNHA
NO CLUBE DE AUTORES
De Tão Azul Sangra – Poemas eróticos. Edição do autor,
Brasília.
A Casa Amarela – Romance. Edição do autor, Brasília. Líder
estudantil é preso e morto logo no início da Ditadura dos Generais (1964-1985),
em Macapá/AP.
Fogo no Coração – Romance. Edição do autor, Brasília. O
delegado e acupunturista Ricardo Larroyed é escalado para investigar o
assassinato em série de modelos de moda. O principal suspeito é um professor de
Medicina Tradicional Chinesa (MTC), o poeta Emanoel Vorcaro, que, no momento,
vem atendendo a estonteante modelo ruiva Rosa Nolasco. Este romance, trabalho
de conclusão de RAY CUNHA no curso de MTC da Escola Nacional de Acupuntura
(Enac), mergulha no mundo da Medicina Chinesa, em Brasília/DF.
A Confraria Cabanagem – Romance. Edição do autor, Brasília/DF.
Detetive é contratado pela misteriosa Confraria Cabanagem para impedir o
assassinato de senador, candidato ao governo do Pará.
Hiena – Romance. Edição do autor, Brasília/DF. Detetive mutante
é contratado para descobrir quem degolou um senador num grande hotel em Brasília/DF.
Neste romance, Brasília surge em todo o seu esplendor. O penúltimo capítulo se
passa ao som da voz da diva da Amazônia: Carmen Monarcha.
RAY CUNHA – Nascido
em 7 de agosto de 1954, em Macapá/AP, RAY CUNHA costuma dizer que sua cidade
natal é a mais fácil de ser localizada no mapa-múndi: a esquina da Linha
Imaginária do Equador com o maior rio do Planeta, o Amazonas. Caboco
amazônida-caribenho, Ray Cunha trabalhou amplamente como jornalista na
Amazônia, o que legou seu conhecimento geográfico e científico da região, a
qual vem recriando em romances e contos. Em Brasília/DF desde 1987, também na
capital da República trabalhou amplamente na imprensa brasiliense, cobrindo a
cidade e o Congresso Nacional, o que lhe deu substrato para recriar tanto a Praça
dos Três Poderes, a Esplanada dos Ministérios e o Plano Piloto, quanto a Zona
Metropolitana de Brasília, com suas cidades-satélites e o Entorno.








