quarta-feira, 24 de junho de 2020

Amigos

O cineasta luso-amazonense José Gaspar foi
um dos artistas que mais me influenciaram

RAY CUNHA


Edição do Clube de Autores
BRASÍLIA, 24 DE JUNHO DE 2020 – Um dos grandes prazeres na vida é ter amigos. Eles nos amam, nos engrandecem, nos enriquecem, nos transformam em luz, mesmo nos momentos mais negros das nossas vidas. Por nos amarem, mesmo que estejamos presos, leprosos, ou tenhamos caído em desgraça, estão sempre ao nosso lado, como anjos que não nos abandonam nunca.

É claro que também amamos nossos amigos. Eu tenho alguns amigos improváveis, como Ernest Hemingway, por exemplo. Embora, quando ele era vivo, teria sido impossível conviver com ele, pois Hemingway era pugilista amador peso-pesado e gostava de brigar, foi um dos maiores bebedores do mundo em todos os tempos, atirava bem e era playboy. Se eu tivesse a oportunidade de acompanhá-lo não duraria 48 horas; morreria antes disso de coma alcoólico. Assim, nossa amizade foi sempre por meio da ficção. No meu romance A CASA AMARELA o Velhão, como gosto de chamá-lo, está lá, bebendo e batendo papo.

Edição do Clube de Autores
Há outros que, de tanto os ler e ler sobre eles, desenvolvi forte amizade por eles, como Gabriel García Márquez, Luiz Alfredo Garcia-Roza, Rubem Fonseca. Mas tenho também amigos de carne e osso, como, por exemplo, o escritor Fernando Canto, que vive em Macapá/AP, na Amazônia. E há, é claro, os amigos da família; com alguns, pelas circunstâncias, convivemos mais estreitamente, como é meu caso com o artista plástico Olivar Cunha. Entretanto, esta crônica é para falar do meu amigo José Gaspar, com quem convivi curto, mas intenso momento da minha vida.

Chamava-o de Velho. Quando o conheci, ele tinha 37 anos e eu, 21, em Manaus. Conversávamos sobre tudo e ele me ensinou muitas coisas. Deu-me dicas sobre a vida, as mulheres e a arte da criação literária, me ensinou a amar Hemingway e o cinema, e me ensinou a amar ainda mais a vida, que a vida deve ser curtida, deve ser um eterno acme; como disse Olivar Cunha: a vida é um tesão. Conversávamos durante horas, e as horas eram sempre poucas para o manancial de assuntos que afluíam na nossa conversa, muitas vezes regada à Antarctica enevoada da Manaus de meados dos anos de 1970. Manaus não teria sido a mesma, naqueles anos de 1975 a 1977, se eu não tivesse conhecido José Gaspar.

Edição da Amazon.com
No dia 19 de maio, ele não suportou um ataque chinês. O coronavírus o levou para o azul. Tinha 83 anos. Conhecendo-o como o conheci, sei que ele viveu intensamente, na velocidade da luz. O criador da lendária Revista Cinéfilo foi cremado e as cinzas irão para Portugal.

Casado com a cantora lírica belenense Marina Monarcha, com ela José Gaspar escreveu seu poema mais azul: a cantora lírica Carmen Monarcha, integrante da Johann Strauss Orquestra, do maestro holandês André Rieu. Carmen aparece em dois romances meus: JAMBU e HIENA. Quanto ao pai dela, certamente está na turma do Quartinho, um local da Casa Amarela, onde artistas da pesada se reúnem.

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Outono


RAY CUNHA 


BRASÍLIA, 1 DE JUNHO DE 2020 – O outono está lá fora, até 20 de junho. As noites são frias, mas os dias são, quase sempre, ensolarados, embora não haja estudantes nas ruas; eles sumiram em abril, quando a morte, que veio da China, começou a rir. 

Ando pelo apartamento, aliso a lombada dos livros na estante, olho pela janela e vejo na pracinha defronte ao meu bloco alguém de máscara e conduzindo cachorros, e logo depois desaparece. A manhã volta ao silêncio e à solidão. Há angústia nesta espera. O mundo deixou de ser ruidoso e colorido, e não há pessoas caminhando no Parque da Cidade.

Os depravados, que adoram as bacanais diárias, viciados na teta da burra, fazem tudo para assassinar o presidente, que os impedem de devorar os cidadãos. As hienas comem os cidadãos ainda vivos, nem bem eles caem, e, ainda moribundos, vêm os urubus lhes darem bicadas. Querem engolir a democracia do jeito das hienas, que mordem a presa no sexo e no estômago, nas vísceras, enquanto a presa estrebucha.

A democracia é como um animal herbívoro, que, em vez de dentes afiados, são cegos, e em vez de garras contam com cascos. As hienas, e os urubus, estão sempre com fome, como se as bactérias devorassem imediatamente tudo o que lhes caem no ventre; mordem os herbívoros com fúria, rasgando-os do ânus ao umbigo e engolindo, rapidamente, seus intestinos.

As hienas, e os urubus, são comunistas. O que uma, ou um, come, os demais do bando também comem; não ficam sequer ossos. Os ossos são devorados também. Mas aos líderes das hienas, e dos urubus, cabe ficar com os trilhões de reais roubados; aos demais é atirado pão com mortadela.

A quarentena já se estende por dois meses. Assim, com as manadas presas em casa, fica ainda mais fácil assaltar, e devorar as presas a partir do hímen. Furtaram as armas de fogo por meio de decreto, e arrancaram a honra das crianças e das famílias nas escolas, para que, ao dar o bote, os jacarés e as sucuris não errassem a bocada, como em Cuba, onde prostituíram tudo, e na Venezuela, onde se mata na rua, de dia, à vontade.

Assim, o comunismo vai prosperando, até fazer como na União Soviética, onde explodiram até Deus, e na China, onde os prisioneiros mais saudáveis têm seus órgãos retirados e vendidos. Há tanto horror nisso tudo que me pergunto por quanto tempo as hienas, e os urubus, terão que reencarnar e vagar no umbral.

Mas eles não sabem que há luz nas rosas e perfume nos jasmineiros, e que o riso das crianças são naves que levam a Deus. E isso os comunistas não me podem tirar, por mais que me mordam.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

O choro das crianças está alto como tempestade

Capa de A CAÇA na edição da amazon.com

BRASÍLIA, 15 DE MAIO DE 2020 – Pedofilia é um transtorno mental, quando homens ou mulheres adultos sentem fatal atração sexual por crianças, de ambos os sexos, e geralmente abaixo dos 11 anos de idade. Os clubes dos onipotentes – bilionários, políticos influentes e celebridades do mundo artístico – são ávidos consumidores de carne de criança. Mas como um crime tão hediondo ocorre em escala o tempo todo? É porque a rede de tráfico compra todas as engrenagens da sociedade, em todos os países. Mas quando a coisa atinge proporções insuportáveis, agentes do mundo espiritual intervêm, como uma tempestade.

A cada hora, no Brasil, oito pessoas desaparecem – geralmente crianças. De 2007 a 2016, foram 693.076 ocorrências, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em 2017, conforme o Ministério da Justiça e o Movimento Nacional de Direitos Humanos, 200 mil pessoas desapareceram, das quais 40 mil eram crianças e adolescentes. No mundo, mais de 1,2 milhão de crianças somem anualmente, quase todas vítimas de tráfico humano, com parte dessas crianças destinada à escravidão, principalmente sexual, e parte sacrificada para extração de órgãos.

O argumento do meu último romance, JAMBU, é um jornalista que está investigando o tráfico de pessoas na Amazônia. A ação se passa na cidade de Macapá, a capital do estado do Amapá, na Amazônia atlântica. Já tinha abordado esse tema em um conto, A CAÇA, também publicado e à venda nos sites do Clube de Autores e na amazona.com. Em A CAÇA, história ambientada na nascente Palmas, a capital do estado do Tocantins, uma organização internacional desbarata um clube de velhos bilionários pedófilos, sediado nos Estados Unidos.

Este tema voltou com tudo à tona. Vários novos jornalistas (os que não têm diploma, nem trabalham na grande mídia, mas fazem jornalismo honesto nas redes sociais) vêm dando conta de que instituições norte-americanas estão desbaratando uma rede internacional de pedofilia, que tem como sócios hipercelebridades, tanto do setor econômico, quanto das áreas política e artística. A Operação Tempestade está apenas começando, mas chegando ao Brasil. Vem chumbo grosso por aí.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

A Nova Ordem Mundial


RAY CUNHA


BRASÍLIA, 7 DE MAIO DE 2020 – A Terra tem atualmente 7,7 bilhões de habitantes. Só a China tem 1,4 bilhão; a Índia, 1,3; e, em terceiro lugar, os Estados Unidos, com 329 milhões. A pobreza, a falta de saneamento básico em grandes regiões do planeta, a escassez de água tratada e a poluição tornam a nave terráquea cada vez mais infernal. O crescimento da população segue em ritmo muito mais acelerado do que o das pandemias, dos cataclismos e das guerras. Em alguns países, principalmente na China e na Índia, o Estado faz tudo o que pode para que as mulheres não engravidem. Há, inclusive, organizações internacionais que trabalham nesse sentido. Muitas das que engravidam, são estimuladas a matar o feto.

Inferno, do best-seller Dan Brown, lançado em maio de 2013, é ambientado na Itália, país que sediou o Império Romano e que foi devastado pela Peste Negra. A trama do romance se desenvolve em torno de um vírus desenvolvido por um cientista, que infectaria toda a população da Terra, modificando o DNA e deixando pelo menos um terço das pessoas inférteis. A tentativa de reverter o efeito do vírus provocaria danos genéticos mortais. Mas uma ideia dessas teria que partir de um líder com ambições mundiais e totalitárias, o que se convencionou chamar de Nova Ordem Mundial, um governo mundial totalitário, apoiado por uma elite poderosa e secreta, que seguiria uma agenda globalista: a de pôr fim às nações soberanas, por meio de mudanças políticas e econômicas radicais.

Isso não seria novidade, pois o Ocidente clássico já teve uma Nova Ordem Mundial: o Império Romano. Roma, com extensos domínios na Europa, África e Ásia, passou por 500 anos de república e 500 anos de império, o maior da antiguidade clássica, exercendo autoridade sobre mais de 70 milhões de pessoas, 21% da população mundial, em mais de 5 milhões de quilômetros quadrados.

No mundo ocidental moderno, a nova ordem foi fundada pelo Império Britânico, o maior do planeta em extensão de terras descontínuas, desde o fim do século XVI ao início do século XVII; em 1920, dominava cerca de 458 milhões de pessoas, um quarto da população mundial, à época, em um território de mais de 35,5 milhões de quilômetros quadrados, quase 24% da área total do planeta. Mas no fim da Segunda Guerra Mundial, a maioria dos territórios do Império Britânico se tornou independente, culminando, em 1997, com a devolução de Hong Kong à República Popular da China.

A Segunda Guerra Mundial foi causada por outro candidato a imperador: o austríaco Adolf Hitler, que lançou a Alemanha a uma aventura da qual até hoje ela se arrepende.
Ele combateu tanto o capitalismo quanto o comunismo, e capitalizou-se apoderando-se dos bens dos judeus, dos quais massacrou 6 milhões, matando-os envenenados, de fome e queimando-os vivos. Eliminava também negros, homossexuais, aleijados e qualquer minoria que atravessasse seu caminho.

Em 1 de setembro de 1939, invadiu a Polônia, e depois começou a invadir toda a Europa, assaltando, matando e estuprando. Em meados de 1942, já ocupava boa parte da Europa, o Norte da África e quase um-quarto do território soviético. Mas, a partir de 1943, começou a perder a guerra, suicidando-se em maio de 1945. Este foi o fim do imperador daquela Nova Ordem Mundial.

Hoje, candidatos a imperador contam com armas biológicas, como a do livro de Dan Brown. A pandemia de Covid-19, por exemplo, que deixou o mundo inteiro perplexo, pois as populações de grande parte dos países foi obrigada a permanecer dentro de casa, abandonando até seus empregos. A doença, que mata por asfixia, é causada por vírus. Tudo começou em uma instituição científica da cidade chinesa de Wuhan, em dezembro de 2019. Em 11 de março deste ano, a Organização Mundial da Saúde declarou a pandemia. Até hoje, pelo menos 3.748.959 casos da doença foram confirmados em todo o planeta, com milhares de mortes.

Os Estados Unidos desconfiam que o coronavírus é uma arma biológica, pois enquanto a China debelou logo a doença o resto do mundo entrou numa crise econômica sem precedentes, com milhões de empresas fechando as portas, dezenas de milhões de desempregados e outros tantos milhões morrendo de fome. No Brasil, 125.218 casos já foram confirmados, com 8.536 mortes.

No caso do Brasil, os comunistas do Foro de São Paulo estiveram no poder de 2003 a 2018. A partir de 1 de janeiro de 2019, Jair Bolsonaro, o homem que não deixa ninguém roubar, assumiu a presidência da República. Formou-se, então, um estado paralelo, com a suprema corte e o Legislativo tentando derrubar Bolsonaro. Será o vírus chinês também comunista?

Os comunistas pregam a promoção de uma sociedade sem classes sociais e apátrida, sob medida para a nova ordem. Segundo seu mentor, Karl Marx, será uma revolução encabeçada pelos trabalhadores. Na antiga União Soviética, os trabalhadores acreditaram nisso e foram escravizados pelo imperador, Stalin e companhia. Na China, também. Morreram de fome mais de 100 milhões de soviéticos e chineses. Em Cuba, só restam ruínas da antiga economia local. Na Venezuela, Hugo Chávez Maduro está comendo na bala os venezuelanos que ainda não morreram de fome. No Brasil, não se sabe até quando Bolsonaro resistirá à Nova Ordem Mundial.

domingo, 3 de maio de 2020

Os comunistas vencerão, finalmente, o Brasil?


RAY CUNHA
raycunha@gmail.com


BRASÍLIA, 3 DE MAIO DE 2020 – Há uma poderosa quadrilha assaltando o povo brasileiro e disposta a assassinar qualquer pessoa que se meta no seu caminho. Mesmo assim um homem a está enfrentando: Jair Messias Bolsonaro. No dia 6 de setembro de 2018, ainda em campanha para presidente da República, Bolsonaro já experimentava, ali, o que seria seu futuro: foi golpeado com uma peixeira no abdômen, escapando de morrer por milagre, após ser prontamente socorrido e várias cirurgias. Em 7 de outubro daquele ano, ficou em primeiro lugar no primeiro turno das eleições presidenciais, que ganharia em 28 de outubro, com 57.797.847 de votos, 55,13% dos votos válidos. Ganhou as eleições gastando apenas R$ 1 milhão, doações de eleitores seus, e a internet. A grande imprensa fez campanha contra ele, porque sabia que se ele ganhasse acabaria com a roubalheira em geral.  

Bolsonaro, que não tem papa na língua; que, às vezes, é rústico, é o terror dos comunistas, feito sob medida para este momento. Paulista, capitão reformado do Exército desde 1988, formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras, em 1977, servindo na artilharia e no paraquedismo. Foi deputado federal por sete mandatos (1991-2018) e se elegeu à Presidência pelo Partido Social Liberal (PSL), ao qual foi filiado até novembro de 2019.

Quem tentou matá-lo foi o militante comunista Adélio Bispo de Oliveira, ex-Psol, absolvido pela Justiça como idiota, e, portanto, livre de responsabilidade. Recentemente, Adélio foi infectado por coronavírus, o que se desconfia que é queima de arquivo, pois embora até os cachorros saibam dos passos do idiota horas antes de tentar matar Bolsonaro, saracoteando na Câmara dos Deputados, ele continue livre de responsabilidades, até porque foi prontamente defendido por uma equipe de advogados que cobram o olho da cara, mas que se negaram a dizer quem pagou as custas processuais.

Assim que Bolsonaro ganhou as eleições, o juiz Sérgio Moro correu para se oferecer para ser seu ministro da Justiça e Segurança Pública. Bolsonaro estava relutante, mas acabou aceitando, dado o prestígio de que gozava Moro. Só agora, com a demissão de Moro, soube-se que ele foi usado como cavalo-de-troia dos comunistas no governo Bolsonaro. Em outro ataque, o PSL, do qual Bolsonaro se desfiliou em 19 de novembro de 2019, está cheio de parlamentares loucos por cabides de emprego. Bolsonaro não aceitou o fisiologismo e se voltaram contra ele, engrossando o coro dos comunistas. Assim, já o acusaram até de tocar fogo na Amazônia.

A batalha que Bolsonaro trava tem raízes profundas. O general Durval Nery, conselheiro do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos do Exército, comandou, durante anos, um batalhão de forças especiais na Amazônia. Segundo ele, há na região cerca de 100 mil Ongs estrangeiras trabalhando para os países hegemônicos, e que acusam Bolsonaro de queimar a Amazônia, com o objetivo de desestabilizar o governo brasileiro e provocar uma intervenção internacional na região.

Segundo ainda o general, essas Ongs, incluindo a inglesa WWF, seriam financiadas por Jacob de Rothschilds, George Soros e pela Fundação Ford. No Brasil, o braço direito da Nova Ordem Mundial é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, criador do Foro de São Paulo, e do PSDB, um PT fabiano, maquiado. A Amazônia é a região mais rica do planeta, em tudo o que se pode imaginar de bom. Só o contrabando de diamantes na região rende aos seus investidores uma fortuna inacreditável. Imagine o resto. Gente como Rothschilds e Soros manda na Amazônia, FHC está rico e há muitos no Brasil que querem mais um pouco também, além do que Lula Rousseff e o PT já desviaram, incluindo aí nosso dinheiro no BNDES.

E aí, Bolsonaro, a Polícia Federal e as Forças Armadas já podem entrar nas reservas indígenas brasileiras? Rothschilds e Soros já baixaram a bandeira estrangeira nas duas maiores minas de diamantes do mundo, ambas na Amazônia?

Um pequeno e secreto grupo de pessoas é dona de metade do planeta, e quer ser dono do mundo. Para essa gente, o resto da Humanidade é apenas de consumidores e escravos. E o PSDB é o representante dessa Nova Ordem Mundial no Brasil. Os tucanos são responsáveis pela dissolução da família e da sociedade, financiado por essa pequeno e secreta elite, tendo, no PT, apenas o braço da máfia que faz o trabalho pesado, ou sujo. Sua maior agenda, hoje, no Brasil, é acabar com Bolsonaro.

Os pensadores Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895) teorizaram que o comunismo seria a fase final do desenvolvimento da sociedade humana, alcançado por meio de uma revolução encabeçada pelos trabalhadores das cidades e do campo, levando à plena satisfação das necessidades humanas. Em 1917, Vladimir Lenin e Leon Trotski, e, depois, Josef Stálin, do Partido Bolchevique russo, pegaram esse discurso para criarem uma ditadura do proletariado, iniciando um Estado forte, o da União Soviética, e um povo escravizado. O último país a seguir essa roleta russa foi a Venezuela. O Brasil é a bola da vez.

Desconfia-se que a pandemia de covid-19 foi criada na China, que é totalitária, para acabar com os Estados Unidos e, finalmente, os comunistas fincarem as garras no Brasil.

Mas se a antiga União Soviética, a Cuba de Fidel Castro e a Venezuela de Hugo Chávez Maduro ruíram, a Coreia do Norte é o purgatório e a China o inferno, por que será que querem o comunismo no Brasil? É porque os comunistas são como gafanhotos: só levantam voo quando está tudo arrasado, e o Brasil ainda tem muito filé. Enquanto devoram, são como hienas: mordem e arrancam pedaços da vítima com ela olhando horrorizada para quem as come.

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Ovnis e ETs existem? Existem. E estão entre nós

JAMBU, em Capa da edição do Clube de Autores

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 30 DE ABRIL DE 2020 – Cada vez mais os objetos voadores não identificados, Ovnis, e os seres extra-terrestres, ETs, se tornam mais pops. Desde meu romance A CONFRARIA CABANAGEM, passando por HIENA e, agora, por JAMBU, misturo, na trama fictícia, personagens reais, vivos ou mortos, com personagens de ficção, e ficção com realidade. Pois bem, em JAMBU, o jornalista fictício João do Bailique entrevista Jorge da Silva Bessa, autor do livro Discos Voadores na Amazônia – Operação Prato, belenense, residente em Brasília. Pesquisador, autor de 17 livros, graduado em Economia e pós-graduado em Educação a Distância, formado em Medicina Tradicional Chinesa e em Psicanálise, especialista em assuntos relacionados à atividade de inteligência e de planejamento estratégico. Em 15 de agosto de 1996, foi nomeado para o cargo de coordenador geral de Contrainteligência da Subsecretaria de Inteligência da Casa Militar da Presidência da República, o órgão que ficou encarregado pela área de Inteligência do Governo Federal após a extinção do Serviço Nacional de Inteligência, e que deu origem à atual Agência Brasileira de Inteligência. Tinha entre suas responsabilidades a condução da contraespionagem, do contraterrorismo, a segurança das comunicações e a salvaguarda dos documentos sigilosos que ao Estado cumpria preservar.

Anos mais tarde, Bessa abraçou o estudo de assuntos metafísicos e espiritualistas, tentando estabelecer pontes entre ciência e espiritualidade, tema abordado em alguns dos seus livros. Acompanhou in loco a Operação Prato. Ao entrar em contato com ele e entrevistá-lo, Bailique pensava nas eternas perguntas existenciais dos filósofos, teólogos e cientistas: “Quem somos nós? Qual a finalidade da vida? Por que o Universo foi criado? Se de fato foi criado, quem o criou e com qual finalidade? Estamos sozinhos no Universo? Caso contrário, que tipo de vida existe além do nosso planeta? Qual a constituição física dos outros seres?”

Além disso, pensava também sobre o registro de objetos voadores não identificados desde o início da nossa civilização, concluindo que os ETs tentam apenas, e, por enquanto, discretamente, auxiliar a Humanidade. Embora no livro Discos Voadores na Amazônia – Operação Prato Bessa tenha defendido a tese de que os ETs que apareceram em massa em Colares estivessem apenas pesquisando a Amazônia, ocorreu a João do Bailique, ao ler o livro, que a Amazônia Oriental, ou Atlântica, que abarca os estados do Pará e Amapá, é a região que melhor representa o Trópico Úmido, por apresentar todos os ecossistemas amazônicos, inclusive o mar.

“Aventamos anteriormente a possibilidade de que os alienígenas tivessem interesse em colher dados relativos a um dos mais importantes ecossistemas do planeta, a Amazônia, para fins de estudos. A mesma necessidade de informações sobre possíveis doenças a serem enfrentadas na hipótese de um futuro contato, justificaria a presumida coleta de sangue humano verificada em diversas oportunidades” escreve Jorge Bessa, em Discos Voadores na Amazônia – Operação Prato. Mas o pesquisador foi além, na entrevista exclusiva para a Enfoque Amazônico.

Jorge Bessa – A questão, hoje, não é mais saber se os extraterrestres existem, mas sim como aproveitar melhor a sua presença, à luz das últimas descobertas da ciência e dos conhecimentos espiritualistas. Muitos pesquisadores dão um grande destaque à Operação Prato apenas porque o coronel Hollanda levou o caso a público, revelando que a Aeronáutica tinha investigado o fenômeno, o que motivou um especial do Canal History, mas, pelos parcos resultados palpáveis ou esclarecedores obtidos, o brigadeiro comandante do Comar, Protásio Lopes, mandou encerrar a operação; e as autoridades do SNI, em Brasília, não deram a mínima. Minhas hipóteses para o fenômeno continuam as mesmas que apresentei no livro Discos Voadores na Amazônia – Operação Prato. Quanto ao sangue, temos que destacar que não houve comprovação clara de extração de sangue, apenas pequenas marcas nos seios de algumas mulheres, que, acreditava-se, era resultado do foco de luz emanado. Já fui convidado para participar como palestrante de três congressos de ufologia para tratar do caso e sempre respondo que não há o que acrescentar ao que o coronel Hollanda disse e que tudo o que sei foi expresso no meu livro, nada mais acrescentando, a não ser a visão espiritualista do fato.

Trópico Úmido Quem são os ETs?

Jorge Bessa Seres como nós, com um nível mais avançado de desenvolvimento tecnológico, mas que nem sempre têm o mesmo nível de desenvolvimento espiritual. Filhos do mesmo Deus, e que habitam as diversas casas na Morada do Pai, muitas vezes auxiliando no processo de evolução antropo-espiritual daqueles que se encontram ainda nas primeiras classes das diferentes escolas de evolução da consciência.

Trópico Úmido – Teria a presença dos ETs na Amazônia a ver com a defesa da Hileia frente à ambição dos europeus, e agora também dos americanos e chineses, pelas riquezas que o subcontinente guarda, considerando-se que os ETs querem ajudar a Humanidade, e a Amazônia é o regulador da temperatura do planeta, evitando, assim, cataclismos com potencial para exterminar a raça humana?

Jorge Bessa Os cataclismos vão acontecer inelutavelmente, como acontecem ciclicamente, porque fazem parte do planejamento superior daqueles que têm a responsabilidade pela evolução em nosso planeta e em nosso cantinho no Universo. Como existem cientistas que já discordam da tese de ser a Amazônia o pulmão do mundo, e que os ETs não estão preocupados com as riquezas materiais que interessam aos europeus, americanos e chineses, é possível que suas pesquisas façam parte de um levantamento de ordem global, já que se realiza em diversas partes do globo, e que tenha por objetivo a realocação dos habitantes do Hemisfério Norte para essa região, depois da ocorrência dos eventos apocalípticos que deverão se processar com mais intensidade naquela região do planeta.

Trópico Úmido Por que os ETs ficaram mais de dois meses em Colares? O que eles queriam naquela ilha na costa do Pará?

Jorge Bessa Busco até hoje resposta para essa questão. Não podemos descartar, também, a possibilidade de se tratar de viagens de estudos e pesquisas que muitos grupos de extraterrestres realizam em diferentes regiões do sistema solar, segundo informações oriundas do plano espiritual.

Trópico Úmido – Para que os ETs coletariam amostras de sangue da população local?

Jorge Bessa Essa é outra questão não respondida. Poderíamos arriscar, como hipótese, que seria uma pesquisa para ver se aquela população fazia parte do mesmo grupo que sofreu mutações genéticas realizadas por ocasião da vinda dos degredados de Sirius ou de Capela, conforme afiança Emmanuel em seu célebre A Caminho da Luz, psicografado por Chico Xavier.

Trópico Úmido – Comente a tecnologia utilizada nos discos voadores.

Jorge Bessa A única afirmação permitida é que se trata de uma tecnologia muito superior à existente em nosso planeta, considerando a velocidade e a energia que movia as naves.

Trópico Úmido – A raça humana teria sido projetada pela espiritualidade?

Jorge Bessa Segundo as informações provenientes de centenas de obras espíritas e espiritualistas, toda a vida que enxameia o Universo é criação de Deus, que se utiliza de seus auxiliares – consciências cósmicas de conhecimento e capacidade de difícil entendimento pelo ser humano no atual nível de evolução –, os chamados Jardineiros Cósmicos, ou Siderais, e que são responsáveis pela realização da panspermia, ou seja, o plantio e cultura dos Filhos de Deus, que nascem simples e ignorantes, mas que, partindo do átomo mais simples se desenvolvem até chegar aos chamados Tronos de Deus, no nível de arcanjos cósmicos. Apesar de todo o planejamento cósmico, esse processo evolutivo segue por diferentes caminhos, mas todos os Filhos de Deus um dia chegarão ao ápice da evolução espiritual.

Trópico Úmido – O corpo humano seria um computador biológico, projetado para que espíritos que estão nas trevas possam evoluir mais rapidamente, por meio do sofrimento, principalmente o apego à matéria?

Jorge Bessa É claro que o corpo físico é o instrumento, ou farda, que permite aos espíritos em evolução a ingressar nas salas de aulas das diferentes escolas de evolução, que servem a todos, indistintamente. Para os espíritos renitentes no egoísmo, no orgulho, na vaidade, na exploração do próximo, no desamor, e uma série de outros sentimentos e condutas consideradas nocivas à comunidade e que atrapalham a evolução, o corpo físico é o que lhes permite atuar em planetas materiais e atrasados. O amor do Pai permite que esses seres, chamados trevosos – pois negra é a sua consciência – e que se tornam um entrave à evolução de seus companheiros de jornada, sejam exilados em planetas primitivos, cujo ambiente seja mais afim com suas inclinações. Essa reencarnação em planetas primitivos é uma dádiva que lhes permite realizar a reforma moral e aliviar suas consciências atormentadas pelos desvios pretéritos, ao mesmo tempo em que auxiliam aqueles que se encontram nos primeiros passos na longa escalada da evolução.

Aqui termina a curta entrevista de Jorge Bessa à revista Trópico Úmido.

João do Bailique escreveu na sua matéria que a Amazônia poderá abrigar parte da Humanidade em prováveis cataclismos no Hemisfério Norte e na Ásia. As condições climáticas e geográficas da Amazônia a tornam objeto da cobiça de todos os impérios contemporâneos: americanos, ingleses e chineses. E povoou os sonhos de Hitler, considerado nos meios espiritualistas como mago negro. Uma expedição nazista esteve em Belém em 1935, e, durante dois anos, estudou a geologia, a fauna e a flora da Amazônia, especialmente o rio Jari, entre os estados do Amapá e Pará. Um livro de 1938, Mistérios do Inferno da Mata Virgem, do geólogo e piloto Otto Schulz-Kampfhenker, registra minúcias da expedição, referindo-se ao Amapá como região estratégica a ser ocupada na Segunda Guerra Mundial. Os exploradores enviaram para a Alemanha milhares de amostras de animais e cerca de 1.500 objetos arqueológicos, e produziram milhares de fotografias e metros de filme 35 mm, sobre tudo o que encontraram. Um dos alemães, Joseph Greiner, morreu de malária e foi enterrado numa ilhota do rio Jari. Otto referiu-se a “missões maiores no futuro”.

Só a jazida de nióbio de São Gabriel da Cachoeira, no estado do Amazonas, tem capacidade para abastecer todo o consumo mundial por 1.400 anos! Estados Unidos, Europa e Japão dependem 100% do nióbio brasileiro, que representa 98% das jazidas do planeta, mas não detém tecnologia para utilizar a matéria-prima na indústria. O nióbio é quase dado pelo Brasil para as potências hegemônicas. A maior jazida de nióbio do mundo, em Araxá, Minas Gerais, está sob o controle da Niobium Corporation, de Nova Iorque. João do Bailique lembrou que o nióbio é empregado no fabrico de reatores nucleares, naves espaciais, satélites, foguetes e aviões.

A exploração e o contrabando de metais e pedras preciosas brasileiras, que começaram com os ibéricos, atingem, hoje, cifras estratosféricas.

Bailique chegou à conclusão de que os ETs, que são sempre discretos, estavam cumprindo, em Colares, uma missão, que durou três meses, documentada por agentes da Força Aérea Brasileira, da psiquiatra Wellaide Cecim Carvalho, que atendeu 80 vítimas do chupa-chupa, e da imprensa, pois a missão parecia ter urgência e data de duração, com aparições à noite e de dia, e coleta de sangue da população local. Estariam os ETs presentes, desde sempre, na Amazônia, guardando suas preciosidades? Estariam os ETs interessados na biodiversidade da Amazônia? O fato é que sem a Amazônia a Terra seria inadequado para a vida humana, pois o Trópico Úmido é que equilibra o clima do planeta, umidificando-o. A bacia amazônica, formada pelo maior rio do mundo, o Amazonas, e mais de 7 mil afluentes, alguns, gigantescos, abrange uma área de 7 milhões de quilômetros quadrados, com 25 mil quilômetros de vias navegáveis. É a maior bacia fluvial do globo, contendo um quinto do fluxo fluvial da Terra, 20% da água doce de superfície do planeta, compreendendo áreas do Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela; 3,89 milhões de quilômetros quadrados da Bacia Amazônica estão no Brasil, ocupando 49,29% do território nacional, abrangendo os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, localizados em três das cinco divisões regionais do país: Norte, Centro-Oeste e Nordeste. A Amazônia é tão extraordinária que em caso de uma guerra nuclear no Hemisfério Norte seria a região da Terra menos atingida pelos “efeitos da radiação, em virtude dos ventos alísios de nordeste e de sueste vindos do Atlântico, portanto sem poeira atômica, e que se chocam próximo à Linha do Equador, formando imensas correntes ascendentes, que seguirão pela estratosfera até a latitude do cavalo (cerca de 30 graus sul e norte” – como observou Gelio Fregapani, em Amazônia – A Grande Cobiça Internacional. “Além disso, a cobertura vegetal e a grande umidade existente contribuiriam para dissipar e mesmo anular a radiação nuclear.”

A Amazônia é lar de pelo menos 427 espécies de mamíferos; 1.294 de aves; 3 mil de peixes; 428 de anfíbios; 378 de répteis; 2,5 milhões de insetos; e 40 mil de plantas. Um quilômetro quadrado da floresta amazônica pode conter mais de mil tipos de árvores, algumas com mais de 50 metros de altura. Além do dossel, a Amazônia detém os dois picos mais altos do país: o Pico da Neblina, com 2.993,8 metros, localizado na Serra do Imeri, no Planalto das Guianas, no estado do Amazonas, fronteira entre Brasil e Venezuela; e o Pico 31 de Março, com 2.972,7 metros, também na Serra do Imeri, na fronteira entre o estado do Amazonas e a Venezuela. Essa região montanhosa guarda incalculável riqueza mineral. Além disso, água.

E, para guardar tudo isso, o estado brasileiro colocou o Projeto Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônia), implementado em 1966 e inaugurado em 25 de julho de 2002, nas mãos da empresa norte-americana Raytheon – a raposa cuidando do galinheiro. A Raytheon é especialista em sistemas de espionagem, eletrônica industrial e em guerra, e é dona da E-Systems, de sistemas de inteligência. É ela que controla o espaço aéreo da Amazônia, apesar do Instituto Tecnológico de Engenharia (ITA) e do Instituto Militar de Engenharia (IME). Assim, o controle da Amazônia foi entregue, de mão beijada, para os americanos.

Bailique pensou na tecnologia ET, pois nada pode ser mais rápido que a velocidade da luz no vácuo, de 299.792.458 metros por segundo, praticamente 300 mil quilômetros por segundo, quase 1 trilhão de quilômetros por hora. Além do mais, mesmo o Universo conhecido já é algo tão grande que só podemos imaginá-lo infinito. Assim, Bailique só podia pensar em mundos paralelos, que os ETs se deslocam em velocidade quântica no multiverso e que sempre estiveram aqui, junto de nós. Segundo o astrofísico e médium Laércio Fonseca, a raça humana é toda de ETs, e a Terra nada mais é do que um dos planetas utilizados por comandos astrais para transmigrações de almas dos mais diversos recantos do Cosmos, conforme seus ciclos cármicos, no processo evolutivo, das trevas, ou ignorância, para a luz, a verdade.

Bailique repassou mentalmente o teor da matéria sobre a Operação Prato da edição de agosto de 2019 da revista Enfoque Amazônico:

“É plano das três grandes potências nucleares – Estados Unidos, Rússia e China – enviar a nata dos seus governantes e cientistas para a Amazônia em caso de uma hecatombe nuclear. No planeta, somente o Trópico Úmido oferece condições naturais para sobrevida humana em face da suposta terceira guerra mundial. Nesse caso, os Estados Unidos levam vantagem sobre seus concorrentes, porque estão mais pertos da América do Sul e são aliados do Brasil.

“Estariam os ETs da Operação Prato examinando a região como possível abrigo ante um iminente confronto nuclear? Basta 1% do arsenal armazenado pelas potências nucleares para destruir o planeta. Não por acaso, o oficial de inteligência que testemunhou o fenômeno no Pará, Jorge Bessa, defende a tese, em vários livros publicados, de que os ETs são apenas algumas das raças dos espíritos que habitam o multiverso, e que estão de prontidão para auxiliar os terráqueos em um momento de transição planetária. Tese corroborada pelo médium e astrofísico Laércio Fonseca, passageiro de viagens astrais, enquanto seu corpo repousa em sono profundo. Essas viagens quânticas e intergalácticas são realizadas a bordo de naves do tamanho da capital de São Paulo.

“Embora situada na borda oriental da Amazônia continental, ao sul do Marajó, Belém é o centro astral do subcontinente, onde, de leste para oeste e de norte para sul, Ufos são avistados desde sempre, mas o maior fenômeno de aparição de Ufos, devidamente registrado pela Força Aérea Brasileira, pela agência de inteligência do país, pela imprensa belenense e pela revista Ufo, se deu na costa do Pará, tendo Belém como centro. As costas do Amapá e do Pará, onde se localizam Macapá e Belém, são privilegiadas. Tropicais, refrescadas pelos ventos alísios, que sopram do oceano Atlântico, é por onde fluem 20% da água doce de superfície do planeta, que vai ficando salobra à medida que mergulha no Atlântico, como o yin e o yang se amalgamando no fluir incessante, eterno, do caminho da luz”.

João do Bailique estava no terceiro daiquiri. O Gato Azul começou a se encher. Tomaria só mais aquele e depois seguiria para o encerramento do Festival Gastronômico do Pará e Amapá, no Caranã, e, de lá, iria ao velório de Patrícia Valente Melo.